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Acidente aéreo de Huck e Angélica foi causado por pane seca

Quase dois anos depois, os peritos da Aeronáutica concluíram que o acidente com o avião de Luciano Huck e Angélica, em maio de 2015, foi causado por uma pane seca.

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De acordo com o “Jornal Nacional”, o relatório indicou que o tanque da asa esquerda – cujo motor parou de funcionar com 35 minutos de voo – tinha 160 litros de combustível e não 350, conforme indicado no liquidômetro – equipamento que marca a quantidade de combustível.

Isso porque os sensores teriam sido instalados em posições trocadas, o que fez com que enviassem informações erradas ao painel de controle.

Além dessa falha, o documento aponta que a tripulação poderia ter solucionado o problema. Contudo, o piloto não seguiu os procedimentos de emergência para pane de motor porque não tinha treinamento adequado para pilotar aquele tipo de avião.

O laudo também mostrou que a empresa MS Táxi Aéreo – responsável pelo transporte dos famosos – orientava seus pilotos a não anotarem no diário de bordo os problemas que ocorriam com as aeronaves – para não serem obrigados por lei a parar os aviões e realizar manutenções.

Vale lembrar que a aeronave que transportava a família Huck – Luciano, Angélica, Joaquim, Benício e Eva -, duas babás, o piloto e o co-piloto de Estância Caiman, na cidade de Miranda, rumo a Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, fez um pouso de emergência em 24 de maio de 2015, após a pane seca. Na ocasião, todos precisaram ser hospitalizados.




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