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Ex alega inocência e acusa Bianca Toledo de cárcere privado

Nesta quarta-feira (31), a polêmica separação de Bianca Toledo e Felipe Heiderich ganhou mais um capítulo. Acusado de ter abusado sexualmente do filho de cinco anos da pastora, o rapaz usou suas redes sociais para voltar a se defender e, sem citar o nome da ex, alegou ter sido mantido em cárcere privado.

VOCÊ VIU? Bianca Toledo conta que filho está se reaproximando do pai

“Mesmo tendo sido vítima de um plano maquiavélico, quase impossível de ser acreditado, decidi não revidar da mesma forma. Não foi assim que meus pais me ensinaram e não foi assim que eu aprendi na Bíblia. Não irei à mídia para contar os podres da outra parte. Quem me conhece sabe disso. E, por isso, tem sido tão cruel. Minha defesa será mostrando minha total e plena inocência em todos os pontos acusados. Hoje mais um capítulo se desenrola. Infelizmente, apenas o primeiro deles”, iniciou.

Em seguida, fez uma acusação contra a antiga companheira: “Durante oito dias fui mantido em cárcere privado. Fui dopado e levado a uma Clínica Psiquiátrica e mantido lá, dopado e por vezes amarrado, sofrendo coisas que, só de mencionar, angustiam a alma. Quando a Justiça foi atrás de mim, eu me entreguei. Sim, eu mesmo me entreguei e acreditei que minha inocência me daria a plena liberdade”.

Felipe ainda chegou a postar a cópia de uma suposta intimação para Bianca depor, no dia 25 de agosto. “Ao contrário de mim, a outra parte simplesmente resolveu não aparecer na delegacia, ignorando a intimação e mostrando total desrespeito às leis do nosso país, e no dia seguinte viajou para os Estados Unidos como se nada devesse esclarecer. Cabe à Justiça julgar.”

Ao “Ego”, Dr. Silva Neto, advogado da loira, afirmou que o documento não foi recebido por ela, mas assegurou que, assim que retornar ao Brasil, a líder evangélica se colocará à disposição para depor.

O profissional também rebateu as declarações de Felipe: “Uma criança foi molestada e traumatizada para o resto da vida e agora ele está alegando isso como se fosse a vítima e uma criança de 5 anos o algoz. Ele está dizendo que os médicos que deram o laudo são criminosos, todo mundo é criminoso, menos ele? É um absurdo”.

Vale lembrar que assim que o escândalo veio a público a pastora afirmou que o então companheiro havia tentado se suicidar e, por isso, foi encaminhado para uma clínica psiquiátrica.




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