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Fábio Porchat se pronuncia após Operação Boca Livre: “Impossível saber procedência do dinheiro dos contratantes”

Surpreso ao ter seu nome envolvido na Operação Boca Livre – que investiga fraudes na Lei Rouanet -, Fábio Porchat afirmou, nesta quarta-feira (29), que não fazia ideia de que havia sido contratado com dinheiro desviado do governo.

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“Sou contratado para dezenas de trabalhos e é impossível eu saber a procedência do dinheiro dos meus contratantes. Como não sabia desse”, afirmou ao jornal “Folha de S. Paulo”.

Segundo Ministério Público Federal, o escritório de advocacia Demarest teria usado recursos da Rouanet, através do Grupo Bellini Cultural, para acertar um show privado do humorista. O que é proibido pelo projeto de isenção fiscal.

De acordo com a Polícia Federal, a Bellini seria o maior operador do esquema de fraudes no âmbito cultural. Na última terça-feira (28), foram expedidos 14 mandados de prisão temporária para funcionários do grupo e 37 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio e Brasília.

O esquema de desvio de verbas funcionava há quase 20 anos. Os envolvidos teriam conseguido lucrar mais de R$ 180 milhões em projetos fraudulentos. Os presos deverão responder pelos crimes de organização criminosa, peculato, estelionato contra a União, crime contra a ordem tributária e falsidade ideológica. As penas podem chegar a até 12 anos de prisão.




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