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Filha de Solange Couto revela ter sofrido violência sexual

Solange Couto luta contra um drama familiar há quatro anos. Sua filha, Morena Mariah, de 25 anos, revelou ter sido vítima de dois casos de violência sexual – um quando tinha 11 anos e outro mais recente, cometido pelo namorado. Nesta sexta-feira (28), A jovem falou pela primeira vez a respeito do assunto e disse que foi abusada por um parente dentro da própria casa.

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“Minha mãe trabalhava em outro estado e designou um familiar para tomar conta de mim nos períodos de ausência. Durante esse tempo em que ele ficou responsável por mim, ocorreram os episódios de abuso. Ele morava comigo na minha casa”, relatou ao jornal “Extra”.

A atriz afirmou saber a identidade do abusador. No entanto, disse que esperava que a herdeira o denunciasse à polícia.

“Fiquei absurdamente indignada. Isso me revolta de tal maneira, porque eu não posso fazer nada, nem justiça, porque a Morena só veio me contar isso anos depois, quando ela já era maior. Então, não tive o que fazer. Me sinto amarrada, de pés e mãos. Não posso chegar na cara da pessoa e dar um murro, nem apontar o dedo na cara e esculachar. Não posso nada porque nada foi dito, nada foi aclarado, e ela não quer denunciar, tem medo”, lamentou.

O último abuso partiu de um antigo companheiro. “Namorei um rapaz, e ele se aproveitou de um momento em que eu estava embriagada e adormeci para me estuprar. Sexo sem consentimento é estupro. Mesmo que o sujeito que faça isso seja cônjuge.”

Atualmente, Morena está abrindo uma confeitaria no Rio de Janeiro e revelou que ainda é assombrada pelos crimes.

“Vivo uma luta diária. Luto contra uma depressão que foi desencadeada depois disso. Procurei pessoas que passaram pela mesma coisa, conversei com muita gente ligada ao feminismo e, finalmente, fui entendendo que a culpa não era minha. O estupro causa um estrago muito grande dentro da gente porque as pessoas colocam a culpa sempre na vítima. Querem saber com que roupa você estava, se você havia bebido, como se qualquer uma dessas coisas pudesse justificar um estupro. Foi muito doloroso para mim, mas a gente não tem do que se envergonhar e não pode se calar”, finalizou.




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