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Vitor Belfort faz homenagem à irmã desaparecida há quase 15 anos

Vitor Belfort usou as redes sociais, na última quarta-feira (5), para publicar um comovente texto dedicado à sua irmã, Priscila, que desapareceu em 2004. Ao compartilhar uma foto da estudante, o lutador contou como seus filhos sentem falta da tia.

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“Pri, queria tanto que você tivesse aqui, queria poder te abraçar mais uma vez, te beijar mais uma vez, queria tanto que você conhecesse seus sobrinhos: Davi, Vitória e Kyara. Eles sempre perguntam de você. Já contei a eles todas as histórias possíveis e impossíveis que tivemos juntos”, escreveu.

Ao continuar o desabafo, o famoso revelou como os pais sentiram a triste perda. “Depois que você se foi, a mãe e o pai envelheceram bastante, não dá nem para imaginar a dor que eles sentem. Cada um expressa de uma forma. Confesso que enterrar um filho (a) é algo que não deveria acontecer nunca, e ter um filho (a) desaparecido, deveria ser inadmissível.”

No final do texto, Vitor lamentou a ausência da parente. “Se pudesse voltar o tempo, confesso que queria poder te dar meu último abração e o último beijo. O tempo, como todos sabem, é um santo remédio, mas, ao mesmo tempo, para algumas circunstâncias, ele é a própria morte”, avaliou.

E aproveitou para tentar fazer seus seguidores refletirem: “Conselho: ‘faça o tempo trabalhar em seu favor, não deixe o tempo te matar’. Creio que o desaparecimento é um eterno enterro até que o caso seja solucionado”.

Vale lembrar que Priscila foi vista pela última vez no dia 9 de janeiro de 2004, ao deixar o escritório da Fundação Esporte e Lazer, onde trabalhava. Após dois anos de busca, a polícia decidiu encerrar o caso.

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#priscilabelfort Pri, Já se passaram 14 anos desde a última vez que nos vimos. Confesso que nunca imaginei que isso poderia acontecer, mas não vou perder meu tempo pois para quem fica esse assunto é pior que a morte. Pri, queria tanto que vc tivesse aqui, queria poder te abraçar mais um vez, te beijar mais uma vez , queria tanto que vc conhecesse seus sobrinhos: Davi, Vitória e Kyara. Eles sempre perguntam de vc. Já contei a eles todas as histórias possíveis e impossíveis que tivemos juntos. Pri, depois que vc se foi a Mãe e o Pai envelheceram bastante, não dá nem pra imaginar a Dor que eles sentem. Cada um expressa de uma forma. Confesso que enterrar um filho(a) é algo que não deveria acontecer nunca, e ter um filho(a) desaparecido, deveria ser inadmissível. O Pai vai vim passar o Natal aqui com a gente, ele continua forte demais mas ainda acha que é um garotão e sempre fala que pega mais peso que os jovens. Fala que dá “canseira” nos garotões nas partidas de tênis ou seja: continua daquele jeito! A Mãe ainda não tirou passaporte nem visto, vc sabe que ela sempre foi meio desorganizada mas continua linda (mesmo não cuidando de sua saúde como deveria). Ela prometeu que agora vai começar a se cuidar pois tem “ lindos” motivos: um deles é ver os netos crescerem e ser uma bisa, ela é forte demais. Não posso esquecer que agora a Mãe e a Tia Cássia moram juntas, e Tia Cássia continua linda e uma super executiva. (ela morre de saudades de vc) Me lembro que seu quarto era todo organizado e vc sempre foi a certinha, do contrário, eu era muito desorganizado e bem bagunceiro, bem parecido com a mamãe! Querida irmã, ao escrever isso lembro do cuidado que vc tinha comigo, sempre preocupada comigo e querendo me agradar. Se pudesse voltar o tempo confesso queria poder te dar meu último abração e o último beijo. O tempo como todos sabem é um santo remédio mas ao mesmo tempo para algumas circunstâncias, ele é a própria morte. Conselho: “faça o tempo trabalhar em seu favor, não deixe o tempo te matar.” Creio que o desaparecimento é um eterno enterro até que o caso seja solucionado. Muita famílias sofrem com isso, e só eles sabem o quanto isso é doloroso. Então escre

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