Anitta é aplaudida de pé durante conferência em Harvard

Anitta foi convidada a discursar durante a “Brazil Conference at Harvard & MIT”, nos Estados Unidos, na última sexta-feira (6), e fez o maior sucesso. A cantora, inclusive, chegou a ser aplaudida de pé pelo público.

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A Poderosa fez um balanço do início da sua carreira e da situação de violência no Rio de Janeiro. “Antes de cantar, eu nunca tinha ido à zona sul do Rio de Janeiro. Então é muito difícil você cantar o ‘barquinho vai, a tardinha cai’ se você nunca viu essas coisas. O funkeiro canta a realidade dele”, avaliou.

E continuou: “Se ele acorda, abre a janela e vê gente armada e se drogando, gente se prostituindo, essa é a realidade dele. Para mudar as letras do funk, você tem que mudar antes a realidade de quem está naquela área”.

A artista ainda ponderou a respeito da educação no Brasil. “Na favela, você fica sem oportunidade. Você chega à escola pública, principalmente agora com aprovação automática, você sai e não tem previsão de futuro. Não estou dizendo que o funk é a salvação da pátria, mas eu conheço inúmeros funkeiros, inclusive que eu ajudei, que antes eram traficantes, se drogavam.”

Em um momento descontraído do bate-papo, Anitta ainda entregou uma curiosidade acerca do apoio de seus pais quando decidiu cantar funk. “Liguei para a minha mãe e contei. Ela apoiou e disse que viraria até faxineira para me ajudar. Meu pai ficou com ódio louco, disse que eu ia ‘rebolar para bandido’. Mas, depois que eu comecei a ganhar dinheiro, meu pai ficou ótimo. Agora jura de pé junto que estimulou desde o primeiro dia”, se divertiu.

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