50 curiosidades sobre o “Jornal Nacional”

  • O “Jornal Nacional” foi ao ar pela primeira vez em 1 de setembro de 1969

  • Os primeiros apresentadores do “JN” foram Cid Moreira e Hilton Gomes

  • O “JN” foi o primeiro programa a ser transmitido no Brasil todo

  • “O ‘Jornal Nacional’ acompanhou a implantação da Embratel, da rede não de satélite naquele momento, as emissoras eram ligadas via terrestre, por enlace de micro-ondas terrestres. De forma que essa ligação permitiu que você fizesse uma transmissão imediata”, recordou José Bonifácio de Oliveira, o Boni, ao “Memória Globo”

  • O conceito de rede criado com a transmissão simultânea do “JN” serviu de laboratório para utilização não apenas no Jornalismo da emissora, mas também para o Entretenimento

  • E Cid Moreira falou: “Dentro de instantes, para vocês, a grande escalada nacional de notícias”

  • O principal assunto do dia da estreia no “JN” era um problema de saúde do então presidente Costa e Silva. Por causa da ditadura militar, o assunto foi censurado. Após negociação, a notícia foi ao ar sem transmissão de imagens

  • Também foram noticiados na ocasião o alargamento da Praia de Copacabana, o gol de Pelé que garantiu classificação do Brasil para a Copa do México (1970) e a morte de Rocky Marciano

  • O “Jornal Nacional” foi criado para competir com o “Repórter Esso”, da TV Tupi

  • A partir dos anos 70, a Globo investiu em correspondentes internacionais. Na foto, o repórter cinematográfico Orlando Moreira

  • O primeiro escritório da Globo fora do Brasil foi inaugurado em 1973, em Nova York, Estados Unidos. O comando era de Hélio Costa

  • Até hoje, a Globo já teve postos de correspondentes internacionais em mais de 15 cidades pelo mundo

  • Mais de 70 repórteres já foram correspondentes internacionais do “Jornal Nacional”

  • Hilton Gomes deixou a bancada do “Jornal Nacional” em 1971 e foi substituído por Ronaldo Rosas, que só ficou no posto de apresentador por um ano

  • Chapelin deixou a Globo em 1983 e só voltou ao “Jornal Nacional” em 1989. Durante este período, foi substituído por Celso Freitas

  • O “JN” foi o primeiro programa a ser transmitido no Brasil todo

  • Com a chegada das cores à TV, o “JN” passou por problemas técnicos. Por causa do azul utilizado para o chroma-key, várias vezes a cor se misturava ao grisalho do cabelo de Cid Moreira. A Globo, então, contratou uma empresa para solucionar o problema com iluminação correta

  • Apesar de não ter edições aos domingos, dia do “Fantástico”, o “Jornal Nacional” ganhou uma edição especial com 4h de duração para a cobertura da morte do presidente Tancredo Neves, o primeiro eleito pelo povo no Brasil após 24 anos de ditadura militar, em 21 de abril de 1985

  • Quando o teleprompter chegou ao “JN”, em 1971, ninguém sabia como usar direito o equipamento e a montagem foi feita de maneira incorreta, sem o espelho. Então, quando os apresentadores liam o texto, ficavam olhando para cima. “Ficava todo mundo com o olho branco, lendo lá em cima”, lembrou Cid Moreira

  • Nos anos 70, Sérgio Chapelin pigarreou e ficou com a voz embargada ao noticiar a morte de guerrilheiros na América Latina. Os militares pediram explicações, achando que o jornalista estava sensibilizado. Contudo, a emissora justificou que o profissional estava apenas gripado no dia

  • Cid Moreira já apresentou o “Jornal Nacional” de bermuda. Atrasado para o trabalho, o jornalista conseguiu vestir apenas a parte de cima do terno

  • Mãe do editor-executivo Odejaime de Holanda, Dona Jandira palpitava sobre tudo o que ia para o ar. Por isso, entrou para a história do “Jornal Nacional” como símbolo de controle de qualidade

  • Nestes 50 anos de história, o “Jornal Nacional” já teve 16 variações de logomarca e 14 aberturas diferentes

  • Glória Maria foi a primeira repórter a entrar ao vivo no “Jornal Nacional”

  • Gloria Maria estava na Avenida Brasil, Rio de Janeiro, para uma entrada ao vivo quando o iluminador queimou. De improviso, a jornalista ficou ajoelhada para ser iluminada pelo farol de um carro

  • Em 1989, o “JN” promoveu um debate entre os candidatos à presidência da República Fernando Collor de Mello e Luís Inácio Lula da Silva que causa polêmica até hoje, por ser considerado tendencioso – favorecendo Collor

  • Uma das matérias líderes de audiência do “Jornal Nacional” foi produzida por Roberto Cabrini sobre Paulo César Farias, empresário envolvido no escândalo que derrubou Fernando Collor de Mello da presidência da República

  • O “Jornal Nacional” teve sua linha editorial reformulada em 1991, após derrotas na audiência para “Carrossel”, exibido pelo SBT

  • A primeira série de reportagens apresentada pelo “JN” foi produzida por Joelmir Beting e recebeu o nome de “O Futuro do Emprego”, em 1996

  • O Jornalismo da Globo sofreu uma grande reformulação em 1996. Foi nesta época que William Bonner e Lillian Witte Fibe assumiram a bancada

  • Fátima Bernardes estreou como apresentadora do “JN” em 1998. No ano seguinte, absorveu o cargo de editora-executiva

  • Em 1998, o “Jornal Nacional” foi alvo de críticas por ter separado cerca de 10 minutos para a cobertura do nascimento de Sasha, filha de Xuxa Menghel e Luciano Szafir

  • Em 1999, William Bonner absorveu o cargo de editor-chefe do “Jornal Nacional”

  • No dia 8 de março de 2014, Dia Internacional da Mulher, o “Jornal Nacional” foi apresentado por duas mulheres: Patrícia Poeta e Sandra Annenberg

  • Heraldo Pereira se tornou o primeiro jornalista negro a apresentar o “Jornal Nacional” aos sábados, em 2002

  • A despedida de Fátima Bernardes da bancada, em dezembro de 2011, ganhou destaque e uma retrospectiva da jornalista foi exibida

  • Maria Júlia Coutinho foi a primeira mulher negra a se tornar apresentadora do “JN”, em fevereiro deste ano, aos sábados

  • O “Jornal Nacional” começa a ser produzido por volta das 7h, com um relatório detalhado de tudo o que aconteceu no mundo até aquele horário

  • Cerca de 50 reportagens são produzidas diariamente para o “Jornal Nacional”, mas menos da metade é utilizada

  • Apesar de a Globo disponibilizar seu departamento de figurino, William Bonner gosta de usar os próprios ternos e gravatas

  • A história do “Jornal Nacional” virou livro neste ano: “JN – 50 Anos de Telejornalismo”