Análise: Casa Verde, Mocidade e Vai-Vai se destacam na segunda noite no Anhembi


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A campeã do Carnaval paulista deve sair da noite de sábado. A segunda madrugada foi, no geral, bem superior à primeira. Três escolas despontaram e se credenciam ao título como favoritas: Império de Casa Verde, Mocidade Alegre e Vai-Vai.





A última, no entanto, pode ficar fora dessa disputa. De acordo com informações da TV Globo, a diretoria da Liga teria se reunido quase no fim da madrugada para discutir uma possível punição à campeã de 2015. Eles apuram uma possível agressão de uma pessoa da agremiação a um funcionário da liga. Ele teria se irritado com um problema no som logo no início do desfile e agredido. Se for constatada a irregularidade, a Vai-Vai pode perder três pontos.

Se não for punida, a agremiação é nome forte na briga pelo bicampeonato, pois fez um desfile com poucos erros sobre a história da França. Porém, precisará bater a Casa Verde, segunda a desfilar na madrugada e que impressionou pelo luxo e as alegorias gigantes com o enredo sobre “mistérios”.

E, também, superar a Mocidade Alegre, vice no ano passado e com boas chances de retomar o caneco, após o tricampeonato entre 2012-13-14. A escola foi a única a levantar o Anhembi. Muito por conta das sete paradonas – cada uma de 30 segundos – de sua bateria, comandada por mestre Sombra. Algo marcante e que será lembrado por muito tempo.

Se não devem brigar pelo título, a Acadêmicos do Tucuruvi, a Dragões da Real e Unidos do Peruche ao menos fizeram bonito. A última, que retornou à elite este ano, causou boa impressão com um desfile sobre os 100 anos do samba. A Tucuruvi, com a musa Aline Riscado, falou sobre a fé e convenceu, enquanto a Dragões preferiu a irreverência de um enredo sobre dar e receber presentes.



Quem destoou foi a X-9 Paulistana, cujo tema era o açaí. A última escola a se apresentar teve inúmeros problemas com suas alegorias – muitas entraram incompletas – e lutará, no dia da apuração, pela sobrevivência no Grupo Especial.



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