Análise: Portela, Salgueiro e Mangueira encantam no segundo dia


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Se o domingo foi repleto de desfiles sem graça, a segunda-feira recompensou o público presente à Sapucaí. Foram apresentações de tirar o fôlego e que colocam três gigantes na luta pelo título do Carnaval 2016: Salgueiro, Portela e Mangueira, em ordem de desfile.

A primeira do trio de ferro a entrar na avenida foi o Salgueiro, apontada como favorita no período pré-carnaval. A Vermelho e Branco não decepcionou. Com excelente samba-enredo, cantou a Ópera do Malandro e empolgou o público. Pecou, apenas, em alegoria, com o abre alas passando com uma parte apagada.

A Portela era outra escola badalada na preparação. Tudo por conta do carnavalesco Paulo Barros, que fez sua estreia na Azul e Branco. E ele não desapontou: levou um desfile com sua marca para falar das viagens sem fim. Foi um show de pirotecnia.

A surpresa ficou por conta da Mangueira, de quem não se esperava tanto. O novato carnavalesco Leandro Vieira, ex-Caprichosos, começou provando que não é apenas uma promessa, mas realidade. Montou um desfile belíssimo para homenagear Maria Bethânia. Teve problemas em alegorias, mas que podem ser superados pela força dos demais quesitos.

Outra surpresa positiva, mas em menor escala, foi a da Vila Isabel. A escola superou os muitos problemas financeiros e políticos para levar um bonito carnaval sobre Miguel Arraes. É possível sonhar em voltar nas campeãs.

A Imperatriz, por sua vez, desapontou. Esperava-se muito da escola, que falou sobre Zezé Di Camargo e Luciano e tinha, para muitos, o samba mais bonito do ano. Em momento algum a agremiação, extremamente técnica, levantou o público. Não teve erros, mas foi fria.

Assim como foi frio o desfile da São Clemente. A única escola da Zona Sul levou mais um tema irreverente, sobre palhaços. Abusou das bonitas fantasias, marca de Rosa Magalhães, mas insuficientes para levá-la a voos maiores.

A apuração acontece na quarta-feira (10), a partir das 16h.

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