“C. Washington tem um gênio muito difícil”, dispara Scheila


  • © Veri Lopes/agfpontes/divulgação
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Durante a folia em Salvador, na Bahia, Scheila Carvalho comentou a respeito das acusações de agressão física contra as dançarinas do grupo É o Tchan, do qual fez parte no passado.





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“Vou frisar o que todos já sabem. O Compadre Washington tem um gênio muito difícil. Ele nunca encostou a mão em mim, mas acho muito triste essa polêmica com as dançarinas. Eles têm ciúmes que as dançarinas apareçam mais”, afirmou ao “Ego”.

A ex-participante de “A Fazenda”, da Record, disse ainda que o cantor, também seu antigo namorado, quer ficar à frente do grupo.

“O É o Tchan mudou. Antes os dançarinos roubavam a cena e agora o Washington quer ficar na linha de frente. Ele tem um temperamento difícil demais. A Carla fez muito sucesso como dançarina e ele tinha ciúme. Agora os dançarinos lá não podem aparecer mais. Mudaram a estratégia, né?”, completou.



Apesar disso, a morena não poupou elogios da época em que fazia parte do grupo.



“Foi uma época muito boa da minha vida, não tem como negar. Eu, até hoje quando escuto o Tchan, tenho vontade de dançar. Na minha vida a música do Tchan está muito presente. Mas eu não sou amiga do Compadre Washington. Minha amizade é com os dançarinos, com ele não. Ainda bem que o Washington nunca encostou a mão em mim, porque aí as lembranças boas do grupo não permaneceriam. Eu realmente tenho saudades de dançar com eles. Mas mato essa saudade de outras formas.”

Quando questionada se voltaria a integrar o grupo, Scheila Carvalho respondeu: “Vou dizer que tenho vontade. Eu sinto muita saudade. Mas não voltaria, não. Não consigo cumprir a agenda com eles. Tenho família hoje. Na época, eu dediquei a minha vida a eles. Hoje não consigo mesmo”.

Entenda o caso

Joyce Mattos gravou um vídeo em que aparecia fazendo um desabafo sobre as condições de trabalho no É o Tchan.

A profissional afirmou que foi dançarina da banda por cinco anos e ganhava um cachê de R$ 250 a cada apresentação do grupo, sem receber INSS ou FGTS.

Indignada com a situação, Joyce também irá exigir uma indenização por danos morais.

“Eu pretendo entrar com uma ação contra o grupo por dados morais e psicológicos, porque desde quando houve as conversas de desligamento da empresa que eu não durmo. Depois dessa situação do vídeo eu passei mal na estrada. Quem acompanha minha rede social percebe que eu estou psicologicamente abalada. Eu fui humilhada”, desabafou ao jornal “O Dia”.

A moça destacou ainda que, desde que o vídeo viralizou, apenas a filha de Compadre Washington a procurou: “Ela quis saber o motivo de tanta agressividade com o pai dela. Mas falou educadamente comigo”.

Joyce ficou surpresa com a divulgação do vídeo. Segundo ela, a gravação foi feita apenas por “segurança” e não era para ser publicado nas redes.

“Eu confiei em uma única pessoa. Mandei o vídeo e disse que era uma prova se alguma coisa acontecesse comigo. Pedi para não enviar para ninguém e acabei sendo traída.”

E esclareceu: “Pelo meu vídeo, as pessoas entenderam que houve uma agressão física e não houve Foi uma agressão moral! Quando Compadre Washington estava incomodado com alguma situação, ele falava isso no microfone para todo mundo ouvir durante o show. Dessa vez, ele mandou a produtora dizer que se nós continuássemos desobedecendo e dançássemos fora da linha demarcada, íamos ser retiradas do palco. Sempre que estava com o humor abalado ele mandava colocar essa marcação no palco”.

A dançarina disse ainda que não pretende retornar ao grupo, mas desmentiu os rumores de que tenha sido vítima de assédio sexual.