Ellen Roche rouba a cena em desfile morno da Rosas de Ouro


  • © Manuela Scarpa e Amauri Nehn/Brazil News
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Ellen Roche foi um dos únicos pontos altos do decepcionante desfile da Rosas de Ouro na madrugada deste sábado (6), no Anhembi, em São Paulo. A quarta escola a desfilar deixou a desejar em muitos quesitos, principalmente em enredo. Não houve a esperada irreverência e nem surpresas ao trabalhar o tema “tatuagens”, que abria enorme leque.

As alegorias e fantasias, normalmente pontos fortes da agremiação, estiveram menos luxuosas do que em anos anteriores. Faltou maior capricho nos acabamentos. A Rosas de Ouro, que não vence o Carnaval desde 2010, passou sem mexer com as arquibancadas, embora não tenha cometido nenhum deslize grave.

Sorte de a escola ter a linda atriz e modelo Ellen Rocche entre os seus 2.700 componentes. A bela matou no peito a responsabilidade de vir mais uma vez à frente da bateria. Deslumbrante, evoluiu com extrema leveza.

“Me emocionei demais, é sempre assim. São 16 anos desfilando e me emocionando”, disse a musa ao fim da apresentação.

No desfile, a escola optou pelo feijão com arroz: começou falando sobre as tatuagens de antigamente, passou pelos índios, esquimós e civilizações antigas, chegando ao mundo atual. Abordou os marinheiros, famosos pelos desenhos no corpo, e as prostitutas.

PEGOU BEM

– Em um desfile longe de ser brilhante, a bateria deu conta do recado. Sem inovações, a batucada manteve um ritmo forte do começo ao fim e levantou a harmonia da escola.

– Apesar do samba de melodia fraca, os componentes cantaram alto durante os quase 65 minutos de desfile. Ponto para a harmonia da Rosas de Ouro.

PEGOU MAL

– Foi mais um samba-enredo “frio” nesta primeira noite no Anhembi. Não houve sintonia entre os componentes e o público, que assistiu passivamente à apresentação.

– Houve abuso do uso de tripés. O elemento esteve presente na comissão de frente e ao longo do desfile. Muitos jurados condenam o excesso, que mexe com a evolução.



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