Império Serrano ganha Estandarte de Ouro da Série A


  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades
  • © Márcio Cassol/Famosidades


Uma das escolas favoritas ao título da Série A do Rio de Janeiro, o Império Serrano já ganhou seu primeiro prêmio no Carnaval deste ano. A verde e branco de Madureira faturou o Estandarte de Ouro de Melhor Escola de 2016 pelo desfile em homenagem ao compositor Silas de Oliveira.





O tradicional prêmio oferecido pelo jornal “O Globo” serve como uma espécie de termômetro para o dia da apuração, na próxima quarta-feira (10).

Após três anos com um desempenho abaixo do esperado, a escola conseguiu se recuperar e tem grandes chances de retornar ao Grupo Especial após um hiato de seis anos.

Quem também faturou o Estandarte foi a Unidos do Viradouro. A agremiação de Niteroi levou o prêmio de melhor samba do acesso com o enredo “Alabê de Jerusalém, a saga de Ogundana” onde criticou a intolerância religiosa.