Je suis Vai-Vai: escola brilha em homenagem à França


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Atual campeã do Carnaval, a Vai-Vai fez um desfile que a credencia a brigar pelo bicampeonato. A quinta escola a pisar no Anhembi nesta madrugada de domingo levou o enredo sobre a história da França e o desenvolveu de forma correta, mostrando força em praticamente todos os quesitos e sem cometer erros.

Houve espaço para os tradicionais cartões postais franceses, como a Torre Eiffel e o museu do Louvre, ambos retratados em alegorias. E teve, também, muitas alas coreografas, abordando pontos menos conhecidos do grande público como a dança no subúrbio parisiense.

As alegorias não vieram grandiosas como a maioria das escolas neste ano. A Vai-Vai optou por carros elaborados, criativos e leves. Um deles soltava um cheirinho pela avenida, em alusão aos famosos perfumes franceses. A harmonia mais uma vez brilhou, com a força da conhecida comunidade.

O público veio junto até e metade do desfile, talvez contagiado pelo chão da agremiação. Porém, a plateia murchou nos 30 minutos finais. A agremiação não conseguiu manter o ritmo.

PEGOU BEM

– O recuo da bateria do mestre Tadeu – há 40 anos no comando – foi um show à parte. Os componentes se misturaram e fizeram a imagem da bandeira francesa, nas cores azul, branca e vermelha.

– A apresentadora Ana Hickmann veio à frente da bateria da escola e não decepcionou. Deu ainda mais carisma à bateria da agremiação ao lado da musa Camila Silva. Dupla de tirar o fôlego.

PEGOU MAL

– O samba-enredo, que não se destacou no período de ensaios, não cresceu na hora do desfile. Talvez isso explique a oscilação do público, que começou empolgado e depois assistiu de forma fria à apresentação.



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