Salve, Estácio! Escola homenageia São Jorge em retorno à elite


  • © Manuela Scarpa e Rafael Cusato/Brazil News
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  • © Marcio Cassol/Famosidades
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Depois de nove anos, a Estácio de Sá voltou. E, com ela, a força da sua tradicional bateria, que carregou a escola em seu retorno à elite do Rio de Janeiro. A agremiação abriu os desfiles cariocas neste domingo (7) e foi bem recebida pelo público na Sapucaí, em sua luta para se manter no grupo principal.

Para isso, valeu muito a força da bateria do mestre Chuvisco, com a bela Luana Bandeira à frente. Não houve inovação, mas, sim, passadas fortes, marca da escola, com os ritmistas fantasiados de soldados romanos. Casou bem com o bonito samba-enredo da Vermelha e Branca.

Contudo, aconteceram alguns erros que podem prejudicar a escola. As alegorias foram o calcanhar de Aquiles. Logo no início, o abre alas desacoplou e o pessoal de apoio sofreu para reagrupar. A escola não esperou e foi embora, causando enorme buraco, o que comprometeu a evolução.

A comissão de frente, que representou a luta do bem contra o mal, muitas vezes acelerou seu passo e deixou o casal de mestre sala e porta-bandeira Marcio Souza e Alcione para trás, em outro problema na evolução.

PEGOU BEM
– O enredo foi muito bem contado. Não houve invenções e o público pode ver com clareza a história de São Jorge.

– O vermelho é a cor da escola e também da roupa de São Jorge. Com isso, era de se esperar excesso da cor. No entanto, não houve exagero e a divisão cromático foi muito bem feita.

PEGOU MAL
– Um ídolo esquecido: Dominguinhos da Estácio, célebre intérprete da escola, faria dupla com Wander Pires. Porém, magoado com a direção e se sentindo desprestigiado, não compareceu à Sapucaí.

– Além de problema com o abre alas, outras alegorias tiveram problemas de acabamento. A escola também pecou em fantasias sem adereços.



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