X-9 encerra desfiles do Grupo Especial com muitos problemas


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Ficou para o final, para a última escola, os maiores problemas apresentados por uma agremiação ao longo das duas noites de desfiles do Grupo Especial de São Paulo. A x-9 Paulistana, que levou o enredo sobre o açaí, sofreu com suas alegorias e teve uma apresentação para esquecer. Sua permanência na elite fica ameaçada.

Logo de cara o público viu que a vida do integrante da escola não seria fácil. O tripé que fazia parte da comissão de frente – uma oca – perdeu a direção e se chocou com o gradil. Depois de muita luta dos componentes de apoio, retomou ao rumo correto, mas a perda de tempo foi o suficiente para atrapalhar a apresentação e segurar a escola.

Logo na sequência, o carro abre alas entrou no Anhembi incompleto. A parte esquerda da alegoria não conseguiu virar para entrar na avenida e foi retirada. Além de apresentar um carro incompleto, a demora abriu enorme buraco no desfile.

Para piorar, um destaque caiu da terceira alegoria ainda na concentração e se machucou. Foi atendido pelos bombeiros e levado ao hospital. O incidente atrasou ainda mais a escola, prejudicando a evolução. O carro entrou com o espaço do destaque sem ser preenchido, o que também custará pontos.

Diante de tantos problemas, a escola teve de acelerar muito o passo no fim para não estourar o tempo limite de 65 minutos de apresentação. Sorte que, ao menos, as fantasias estavam leves e não atrapalharam a locomoção dos componentes.

PEGOU BEM

– Gracyanne Barbosa passou ilesa aos inúmeros problemas da escola e reinou absoluta à frente da bateria. Chamou muita a atenção por conta de seu corpo com músculos bem definidos e bumbum avantajado. “É muita emoção, meu terceiro ano aqui. A gente fica preocupada com o que aconteceu, se ia fechar no tempo”, disse a musa.

PEGOU MAL

– Talvez por conta dos muitos percalços, a harmonia da escola deixou a desejar. O desfile foi frio tanto dentro quanto do lado de fora, com o público indiferente à passagem da X-9.



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