Dirigido por Bárbara Paz, “Babenco” estreia em novembro


  • © Divulgação

    “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

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    “Depois viajar o mundo chegou hora de apresentar nosso Babenco para o Brasil. Um filme de amor ao cinema, de um homem que amou a vida acima de tudo”, comenta a diretora.

    Para o produtor associado Willem Dafoe esse filme tem as características de Hector: “seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.

    A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.

    “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.

    O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente).

    No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O filme também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

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    “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

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    Para o produtor associado Willem Dafoe esse filme tem as características de Hector: “seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.

    A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.

    “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.

    O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente).

    No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O filme também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

  • © Arquivo Pessoal

    “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

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    Para o produtor associado Willem Dafoe esse filme tem as características de Hector: “seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.

    A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.

    “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.

    O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente).

    No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O filme também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

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    “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

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    “Depois viajar o mundo chegou hora de apresentar nosso Babenco para o Brasil. Um filme de amor ao cinema, de um homem que amou a vida acima de tudo”, comenta a diretora.

    Para o produtor associado Willem Dafoe esse filme tem as características de Hector: “seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.

    A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.

    “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.

    O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente).

    No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O filme também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

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    “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

    VOCÊ VIU? Daiana Garbin sobre amamentação exclusiva: “Começo difícil”

    Ken Spears, co-criador de “Scooby-Doo”, morre aos 82 anos

    Paula Fernandes relata sintomas da Covid-19

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    “Depois viajar o mundo chegou hora de apresentar nosso Babenco para o Brasil. Um filme de amor ao cinema, de um homem que amou a vida acima de tudo”, comenta a diretora.

    Para o produtor associado Willem Dafoe esse filme tem as características de Hector: “seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.

    A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.

    “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.

    O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente).

    No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O filme também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

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    “BABENCO – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz, estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

    VOCÊ VIU? Daiana Garbin sobre amamentação exclusiva: “Começo difícil”

    Ken Spears, co-criador de “Scooby-Doo”, morre aos 82 anos

    Paula Fernandes relata sintomas da Covid-19

    Suzana Alves volta à Record para atuar em “Gênesis”

    “Depois viajar o mundo chegou hora de apresentar nosso Babenco para o Brasil. Um filme de amor ao cinema, de um homem que amou a vida acima de tudo”, comenta a diretora.

    Para o produtor associado Willem Dafoe esse filme tem as características de Hector: “seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.

    A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.

    “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.

    O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente).

    No início do ano o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O filme também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina,Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.