Tiago Abravanel se divide em três projetos profissionais e não descarta carreira no SBT: “O tempo vai dizer”


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Tiago Abravanel não para um minuto! Nos próximos meses, o ator dividirá seu tempo entre as gravações de “Chapa Quente”, da Globo, os shows do “Baile do Abrava” e as apresentações de “Meu Amigo Charlie Brown” – musical em que dá vida ao famoso cachorrinho Snoopy -, que estreou no último sábado (5), em São Paulo.





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Ao Famosidades, o ator comentou a rotina atribulada e detalhou como tem feito para conciliar a agenda de compromissos. “A prioridade é lá [na Globo], porque eu já tinha um contrato […], mas por ser uma série [“Chapa Quente”] existe flexibilidade para uma agenda mais acessível”, contou.

Quando questionado acerca da possibilidade de trabalhar no SBT, emissora de seu avô Silvio Santos, o artista foi direto: “[…] se um dia isso tiver que acontecer, que seja da melhor maneira possível”.



O famoso ainda falou sobre as preparações para viver Snoopy nos palcos, e muito mais!



Confira a íntegra do bate-papo a seguir!

FAMOSIDADES – Como você lidou com a caracterização do personagem Snoopy?

TIAGO ABRAVANEL – A dificuldade de fazer um animal, apesar de ser muito humanizado, tem a minha questão física, o fato de eu ser uma pessoa acima do peso, vulgo gordinho. Então, a gente pensou nesse cachorro com esse corpo. Não tem como eu esconder, estou todo de branco. ‘Vamos fingir que o Tiago deu uma emagrecida?’. Não, o cachorro é gordo, é essa a realidade! A casinha [onde o personagem dorme] foi reforçada, sim! Existe um cabo de aço [que o sustenta] mais forte, sim [risos]! Obviamente que eu brinco com a minha situação física e com o gestual do cachorro. Não posso fingir que não sou uma pessoa acima do peso. Mas, ao mesmo tempo, ele tem uma humanidade que o deixa mais leve.

Quais os planos após o fim da próxima temporada de “Chapa Quente”?

Meu contrato [com a Globo] é até agora, no final do “Chapa”. Não sei o que vai acontecer depois. Já começamos a gravar a próxima temporada, estreia na primeira semana de abril e as gravações vão até julho. Mas na televisão ainda não tenho nenhum projeto em vista.

Você pretende retomar a carreira de cantor em breve?

Sim, estou pensando em montar um EP até o comecinho do segundo semestre para poder lançar em um paralelo com o “Baile do Abrava” e com o musical, que deve ir para o Rio de Janeiro no segundo semestre, após as Olimpíadas.

Sua relação com o SBT [emissora de seu avô Silvio Santos] é muito boa. Você vê seu futuro profissional lá?

Não sei se lá [na emissora]. Tenho uma relação muito boa com minha família e com a empresa em si. Já trabalhei lá, com a Tele Sena, e trabalharia tranquilamente. A Globo sempre me liberou para fazer Teleton, enfim… Se meu futuro é lá ou não, o tempo vai dizer. Sou muito feliz dentro da Globo, tenho muitas ideias e projetos lá, mas se um dia isso tiver que acontecer, que seja da melhor maneira possível e tudo ao seu tempo, sem forçar a barra.

Fazer um musical infantil logo após o sucesso de “Tim Maia” aumenta ou diminui a cobrança do público?

Eu acho que não alivia, porque as pessoas não querem aliviar [risos]. Mas, poder fazer algo tão diferente do ‘Tim Maia’ me alivia nessa questão da comparação. [A peça] É para um universo mais amplo, que atinge a criança, principalmente. Obviamente que dá um frio na barriga voltar depois de dois anos, mas em relação a comparação do que as pessoas vão pensar, elas pensam o que quiserem – mas só depois de assistir [risos].

Voltar aos palcos foi uma decisão baseada só na oportunidade ou teve algo mais?

Eu estava com muita saudade. Ano passado assisti a todos os musicais e espetáculos que estavam em cartaz e saía chorando de todos, até da comédia mais animada [risos]. E achei que isso era a falta que eu estava sentindo de fazer teatro musical. E quando surgiu essa oportunidade, o Leandro [Luna, idealizador e ator da peça] me convidou e eu achei que era um espetáculo que tinha uma simplicidade no sentido de tempo – tínhamos pouco tempo para ensaiar – e rápido.

Falando nisso, como está sua rotina agora que tem a peça, a série e os shows?

Uma loucura! Mas, graças a Deus, por ser uma série [“Chapa Quente”], existe uma flexibilidade para uma agenda mais acessível. A Globo está sendo super parceira nesse sentido. Só vou gravar aos sábados quando for extremamente necessário. A prioridade é lá [na Globo], porque eu já tinha um contrato, mas consigo gravar, geralmente, segunda, terça e quinta.

E como tem sido essa experiência em “Chapa Quente”?

A temporada vem com uma nova pegada, com a mesma linguagem, mas com alguns personagens novos. A minha trama tem novas histórias interessantes. Fiquei muito feliz com a forma como as pessoas receberam o personagem. O “Chapa” para mim esse ano vai vir com muitas novidades.