Reta final de “Sol”: Roberval é ferido em assalto à mansão


  • © TV Globo

    Roberval é filho de Zefa (Claudia Di Moura). Um homem inteligente, determinado, orgulhoso e ambicioso. O rapaz foi criado junto com Edgar (Caco Ciocler) e, por meio de uma confissão da matriarca Claudine (Cássia Kis), antes de morrer, fica sabendo que não é filho de um homem que faleceu quando ele era pequeno, mas do próprio Severo (Odilon Wagner) – patrão de sua mãe. Depois de um ‘sumiço’ de dezoito anos para correr atrás de uma vida melhor, Roberval retorna a Salvador como um empresário vindo da África, muito bem-sucedido, e deseja se vingar da família que tanto o fez sofrer

  • © Divulgação/TV Globo

    Roberval é filho de Zefa (Claudia Di Moura). Um homem inteligente, determinado, orgulhoso e ambicioso. O rapaz foi criado junto com Edgar (Caco Ciocler) e, por meio de uma confissão da matriarca Claudine (Cássia Kis), antes de morrer, fica sabendo que não é filho de um homem que faleceu quando ele era pequeno, mas do próprio Severo (Odilon Wagner) – patrão de sua mãe. Depois de um ‘sumiço’ de dezoito anos para correr atrás de uma vida melhor, Roberval retorna a Salvador como um empresário vindo da África, muito bem-sucedido, e deseja se vingar da família que tanto o fez sofrer

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    Roberval é filho de Zefa (Claudia Di Moura). Um homem inteligente, determinado, orgulhoso e ambicioso. O rapaz foi criado junto com Edgar (Caco Ciocler) e, por meio de uma confissão da matriarca Claudine (Cássia Kis), antes de morrer, fica sabendo que não é filho de um homem que faleceu quando ele era pequeno, mas do próprio Severo (Odilon Wagner) – patrão de sua mãe. Depois de um ‘sumiço’ de dezoito anos para correr atrás de uma vida melhor, Roberval retorna a Salvador como um empresário vindo da África, muito bem-sucedido, e deseja se vingar da família que tanto o fez sofrer

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    Roberval é filho de Zefa (Claudia Di Moura). Um homem inteligente, determinado, orgulhoso e ambicioso. O rapaz foi criado junto com Edgar (Caco Ciocler) e, por meio de uma confissão da matriarca Claudine (Cássia Kis), antes de morrer, fica sabendo que não é filho de um homem que faleceu quando ele era pequeno, mas do próprio Severo (Odilon Wagner) – patrão de sua mãe. Depois de um ‘sumiço’ de dezoito anos para correr atrás de uma vida melhor, Roberval retorna a Salvador como um empresário vindo da África, muito bem-sucedido, e deseja se vingar da família que tanto o fez sofrer

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Quando os Athayde acreditam que não tem nada de pior para acontecer… Vem mais uma bomba. Assaltantes armados invadem a mansão e apontam uma arma para a família: “Senta todo mundo e mão pra cima da mesa, onde a gente veja, quem desobedecer toma bala”.

Um dos ladrões quer saber onde fica o cofre, mas Roberval (Fabrício Boliveira) avisa: “A gente não tem mais nada, não sei se viu nos jornais, nós perdemos tudo”.

Sem paciência, o bandido dá uma coronhada em Roberval, que cai no chão, ferido. Sem saída, toda a família entrega o pouco de valor que restou, até que um dos assaltantes olha para Severo (Odilon Wagner) e o reconhece: “Pera aí, eu estou reconhecendo o barão… O velho é aquele que construiu o edifício com areia da praia que desabou e matou um homem!”.

O bandido ri da cara de Severo e ordena: “Estamos feitos, gente, ladrão que rouba ladrão tem perdão! O velho vem comigo fazer a limpa nos quartos, amarra o resto aí, com nó cego! Levanta daí, vovô, vem!”.

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