Aos 11 anos, filho de Eliza Samudio e Bruno fala sobre morte da mãe


  • © Arquivo Pessoal e Divulgação/TJMG

    Aos 11 anos de idade, Bruninho, filho de Eliza Samudio e do goleiro Bruno, ainda não sabe os detalhes sobre a morte da mãe – a mando do próprio pai. Contudo, apesar de ter convivido com a jovem por apenas 4 meses, o garoto guarda com muito carinho a memória dela.

    “Minha mãe está no céu, mas graças a ela que estou aqui. E ela nunca sai do meu coração”, afirmou em participação no canal da psicóloga e coach Renata Gouvêa no YouTube.

    Sobre o goleiro Bruno, Bruninho tem conhecimento de quem ele é, mas considera o marido da avó – padrasto de sua mãe – como seu verdadeiro pai. “É meu pai, né? É ele que está me cuidando”, disse.

    Maduro para sua idade, o garoto ainda deixou uma mensagem de apoio para quem também vive ou viveu momentos complicados na vida: “Por mais que seja difícil, nunca entre nas drogas, nunca desista dos seus sonhos. Mesmo que ninguém esteja te apoiando”.

    Vale lembrar que o goleiro Bruno foi parar nas páginas policiais em 2010, após, de acordo com os investigadores, mandar matar Eliza Silva Samúdio, de 25 anos, mãe de seu filho. Segundo a investigação, Eliza foi convencida pelo goleiro a ir a um sítio em Minas Gerais. Depois disso, nunca mais foi vista. A polícia concluiu que a moça foi estrangulada e teve o corpo desmembrado. Bruno foi julgado como mandante do crime.

    Veja outros casos que chocaram o Brasil a seguir!

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    Caso Goleiro Bruno e Eliza Samudio

    O goleiro Bruno foi parar nas páginas policiais, em 2010, após, de acordo com os investigadores, mandar matar Eliza Silva Samúdio, de 25 anos, mãe de seu filho. Segundo a investigação, Eliza foi convencida pelo goleiro a ir a um sítio em Minas Gerais. Depois disso, nunca mais foi vista. A polícia concluiu que a moça foi estrangulada e teve o corpo desmembrado. Bruno foi julgado como mandante do crime

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    Caso Lázaro

    Lázaro Barbosa, de 32 anos, foi baleado e morto, no dia 28 de junho, em Goiás, após 20 dias de uma megaoperação policial para capturá-lo. Condenado por assassinatos e abusos, o rapaz estava sendo procurado por uma série de crimes na Bahia e em Goiás, além de ser acusado de tirar a vida de quatro pessoas de uma família em Ceilândia, no Distrito Federal, e de um caseiro de uma fazenda no distrito de Girassol, em Goiás

  • © RecordTV

    Caso Lázaro

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    Caso Henry Borel

    Em março deste ano, Henry Borel Medeiros foi morto, aos 4 anos de idade, após ser agredido no apartamento em que vivia com o padrasto, o então vereador do Rio de Janeiro Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e com a mãe, Monique Medeiros. Após investigações, a polícia prendeu os dois adultos pelo crime e descobriu que Jairinho já havia agredido filhos de outras namoradas no passado. A dupla aguarda seu julgamento. A causa oficial do óbito do pequeno foi hemorragia interna e laceração hepática (lesões no fígado) causadas por “ação contundente”

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    Caso Henry Borel

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    Caso Isabella Nardoni

    Em 2008, Isabella Nardoni foi morta, aos 5 anos de idade, pelo próprio pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá. O crime aconteceu em um edifício de alto padrão na zona norte de São Paulo. A polícia concluiu que, após ser asfixiada por Anna Carolina, Isabella foi jogada do sexto andar do prédio por Alexandre

  • © Facebook

    Caso Isabella Nardoni

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    Caso Suzane von Richtofen

    Suzane Louise von Richthofen planejou, em 2002, a morte de seus pais, Manfred e Marísia, com o então namorado, Daniel Cravinhos. O rapaz, com a ajuda de seu irmão, Christian, tirou a vida dos veteranos dentro da casa da família. Suzane ainda conseguiu fingir estar sofrendo com a perda por algum tempo. Contudo, a polícia logo concluiu que ela, na época com 18 anos de idade, estava envolvida no crime

  • © RecordTV

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    Caso Maníaco do Parque

    Aos 30 anos de idade, o motoboy Francisco de Assis Pereira foi identificado como o temido Maníaco do Parque, que atacava mulheres no Parque do Estado, na zona sul de São Paulo, em 1998. O criminoso foi condenado por tirar a vida de 7 mulheres e abusar e roubar de outras 9

  • © RecordTV

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    Caso Eloá

    O caso Eloá Pimentel durou cerca de 100 horas, em um apartamento de Santo André, no ABC paulista. Em outubro de 2008, Lindemberg Alves Fernandes, de 22 anos, fez a moça, de 15 anos, e Nayara, sua amiga, reféns por não aceitar o término do namoro com Eloá. Em uma estratégia duramente criticada, a polícia invadiu o cativeiro para tentar libertar as jovens. Encurralado, Lindemberg atirou contra Eloá, que foi socorrida, mas não resistiu

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    Caso Daniella Perez

    Filha de Glória Perez, Daniella Perez foi morta no dia 28 de dezembro de 1992, aos 22 anos de idade, por seu então par romântico na novela “Corpo e Alma”, da TV Globo, Guilherme de Pádua. O rapaz contou com o auxílio de sua esposa, Paula Thomaz, na execução do crime. A jovem foi vítima de 18 punhaladas no pescoço, pulmão e no coração

  • © TV Globo

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    Caso Ônibus 174

    Em 12 de junho de 2000, durante quase quatro horas, o assaltante Sandro do Nascimento manteve dez passageiros como reféns em um ônibus da linha 174, no Rio de Janeiro. Depois de uma longa negociação e com quase todos os reféns libertados, o criminoso desceu do ônibus levando consigo, como escudo humano, a professora Geísa Firmo Gonçalves, de 20 anos. Nessa hora, um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) se aproximou e atirou quase à queima-roupa. O disparo do policial, porém, acertou a professora. Sandro também disparou contra ela. A passageira morreu. Sandro foi rendido e morto minutos depois na viatura da PM

  • © TV Globo

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    Caso Bandido da L.u.z V.e.r.m.e.l.h.a

    Outro caso que mobilizou a mídia brasileira foi o de João Acácio Pereira da Costa, o Bandido da Luz V.e.r.m.e.l.h.a. Até ser preso no Paraná, em 1967, o criminoso cometeu 77 assaltos, dois homicídios, dois latrocínios e sete tentativas de morte. Além disso, estima-se que ele tenha abusado de mais de 100 mulheres. Em 1998, pouco depois de deixar a prisão, foi morto por um tiro na cabeça

  • © TV Globo

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    Caso Lindomar Castilho

    No dia 30 de março de 1981, o cantor Lindomar Castilho tirou a vida de sua ex-esposa, a cantora Eliane Aparecida de Grammont.
    Devido às agressões e ciúmes em virtude do alcoolismo do artista, bastante famoso na época, a jovem, de 25 anos de idade, pediu a separação. Depois disso, chegou a se relacionar com o primo dele, conhecido como Carlos Randall. Três meses separada, porém, recebeu cinco tiros pelas costas enquanto cantava na Bela Vista, em São Paulo. Lindomar foi preso em flagrante

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    Devido às agressões e ciúmes em virtude do alcoolismo do artista, bastante famoso na época, a jovem, de 25 anos de idade, pediu a separação. Depois disso, chegou a se relacionar com o primo dele, conhecido como Carlos Randall. Três meses separada, porém, recebeu cinco tiros pelas costas enquanto cantava na Bela Vista, em São Paulo. Lindomar foi preso em flagrante





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