Atriz da Globo é vítima de criminosos e reage a assalto


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Lorena Comparato revelou pelas redes sociais, na última terça-feira (10), que foi vítima de um assalto em São Paulo e que acabou reagindo, atitude que não é incentivada pelas autoridades por causa dos riscos.





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A atriz relatou que mora no Rio de Janeiro desde criança e que já passou por furtos e chegou a sobreviver após ter o carro atingido por tiros em Ipanema. Contudo, ficou traumatizada pelo assalto.

“Estava no carro com a janela entreaberta, parada no sinal, e um jovem apareceu com uma arma grande e pediu celular, alianças e relógio. Sabe qual foi a minha reação? Eu disse que não tinha”, lembrou.

E continuou: “Que perigo! Acostumada a estar sempre ligada, meu celular estava embaixo da minha perna, mas dessa vez eu não vi esse cara vindo. Ele pediu de novo e eu dei”.

A famosa, após reflexão, entendeu que reagir ao assalto foi uma “burrice”.

“Nesse micro segundo, eu vi ele atirando em mim. Juro. Na minha cabeça, vi perfeitamente ele atirando e meu corpo coberto de sangue. Mas em troca de que? Um celular? Um anel? Um relógio? Dei tudo.”

Para encerrar seu relato, a morena – que esteve no elenco de “Rock Story” (2016), da Globo – ainda tentou ser compreensiva com a situação que levou o criminoso a procurar os assaltos como alternativa. Leia:

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Fui assaltada em SP. Moro no RJ desde os 6 anos e ja fui assaltada algumas vezes. Quando era mais nova, fui abordada algumas vezes pelo mesmo cara na Lagoa, fugi de alguns assaltos quando sacava antes e tomei tiro no carro, em Ipanema, quando assaltavam uma loja das Casas Bahia. Tudo na Zona Sul do Rio. Furtada? Varias vezes. Mas o assalto é um trauma maior. Sabado fui assaltada em SP. Estava no carro com a janela entreaberta parada no sinal e um jovem apareceu com uma arma grande e pediu celular, alianças e relogio. Sabe qual foi minha reação? Eu disse que não tinha. Que perigo! Acostumada a estar sempre ligada, meu celular estava embaixo da minha perna, mas dessa vez eu não vi esse cara vindo. Ele pediu de novo e eu dei. Mas pensando racionalmente agora, reagir foi uma burrice. Nesse micro segundo eu vi ele atirando em mim. Juro. Na minha cabeça vi perfeitamente ele atirando e meu corpo coberto de sangue. Mas em troca de que? Um celular? Um anel? Um relogio? Dei tudo. Ele saiu tranquilo e sereno (?) caminhando, saiu colocando tudo na mochila. Fiquei muito nervosa, me sentindo impotente, invadida, abusada. Não quero ficar traumatizada e com medo de ir pra rua por causa disso. Fiquei triste… Tenho chorado de vez em quando e deixo vir… Mas me peguei pensando muito nesse jovem. Sou privilegiadíssima. Aonde ele mora? Aonde ele toma banho? O que ele come? Quem comforta ele depois de toda essa situação? To rezando muito por ele e me questionando como chegamos a esse ponto? Como as pessoas realmente acham que isso é a solução. Fomos todos criados numa sociedade competitiva, extremamente desigual e triste. A ideia errada de que o dinheiro tras felicidade é disseminada sempre, mas na pratica, sem ele, tambem nao se consegue muita coisa. A humanidade mata por nada, por um iphone, por um anel ou um carro. Que valor isso tem? Naquela situação fui vitima do assalto, mas ele é vitima diaria de uma sociedade injusta e que previlegia poucos. O que podemos fazer para melhorar? Há como melhorar? Fico aqui agora confusa com as minhas dúvidas, medos e inseguranças. Nada realmente é garantido nessa vida. Só que ela acaba. E a maior duvida agora é: o que vc vai fazer com a sua?

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