Carlos Vereza sobre contato com espíritos: “Eles batem na minha porta”


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No ar em “Além do Tempo”, novela das 18h da TV Globo, Carlos Vereza esteve em todas as obras espíritas assinadas por Elizabeth Jhin na emissora. Seguidor da doutrina, o veterano afirmou que nunca viu um espírito, mas escuta às vezes.





“No meu quarto, de vez em quando, eles batem na minha porta. Aí eu digo vá com Deus e volto a dormir. Tenho que gravar cedo no dia seguinte. Vou abrir a porta e ficar batendo papo? Pode demorar muito”, contou ao “Ego”.

O ator passou a se tornar praticamente do espiritismo após sofrer um acidente durante a gravação da série “Delegacia de Mulheres”, na década de 80. O artista sofreu um dano grave no ouvido interno esquerdo, durante uma sequência de tiro. Após passar por vários médicos, acabou indo ao Lar Frei Luiz por indicação de uma tia. Lá, passou por uma cirurgia espiritual e foi curado.

“O espírito do doutor Frederick [von Stein, um médico alemão] se materializa com o ectoplasma do médium que fica deitado na cabine. Essa é uma substância que só os encarnados têm. O espírito aparece com a máscara de médico e fica ali por duas horas. Quem está no local vê isso e outros fenômenos, como espíritos de franciscanos e a mão do Frei Luiz levitando com um lírio”, explicou.



Para Vereza, forças sobrenaturais são responsáveis pelo sucesso de “Além do Tempo” no Ibope: “Sim e digo isso sem dúvida, no alto dos meus 76 anos. Acredito na intuição. Uma pessoa talentosa como a Elizabeth Jhin está sendo assessorada pelo plano espiritual de luz, tenho certeza disso”.



O artista também acredita em vidas extraterrestres e afirma já ter avistado discos voadores em duas ocasiões. A primeira vez foi em 1997. “Eram muitos. Estava na varanda de um prédio na Barra da Tijuca e passaram vários discos em direção ao mar”, contou.

Anos depois, o ator voltou a ver o objeto não-identificado na Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, e conseguiu filmar a cena: “A diretora do Observatório Nacional não desmentiu, só disse não saber o que eram aqueles objetos”.