Cunhado de Ana Hickmann diz que matou fã-sequestrador com dois tiros na cabeça


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Cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Henrique falou pela primeira vez sobre a tragédia ocorrida em um hotel de luxo, no último sábado (21), em Minas Gerais. O empresário afirmou não ter se arrependido de ter matado Rodrigo Augusto de Pádua, fã que planejou um atentado contra a vida da apresentadora da Record, com dois tiros na cabeça.





“Era a minha obrigação de homem com duas mulheres no quarto. Não quero que digam que sou herói. Foi tudo desesperador. Não tenho nenhum remorso de ter matado. Antes ele do que eu. Íamos todos morrer. Depois soube, pela dona do showroom, que ele havia tentado se credenciar como lojista para o evento. Ele ia matar todo mundo, essa era a clara ideia dele”, disse à revista “Veja São Paulo”.

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O irmão de Alexandre Correa contou que foi abordado pelo rapaz no corredor e, após ter uma arma apontada para sua cabeça, levou o invasor até o quarto onde estava Ana e Giovana. O trio ficou preso no quarto com o bandido por cerca de 20 minutos.

“Ele falava várias loucuras. Dizia, por exemplo, que a Ana Hickmann mandava beijos com biquinho nas redes sociais especialmente para ele. Disse que uma vez ele elogiou um vestido amarelo no Instagram e no outro dia ela estava usando aquele vestido, que aquilo tudo era para ele. Enquanto isso, apontava o revólver 38 carregado de balas. Depois vi que as balas eram novinhas, nada de bala vagabunda.”



Em um determinado momento, a ex-modelo desmaiou nos braços da cunhada. Ao ver o sequestrador se aproximar, Henrique partiu para cima do mineiro. A dupla travou uma luta durante dois minutos até que o bandido deixou a arma cair.



“Peguei a arma e dei dois tiros na cabeça dele. Enquanto isso, Ana e Giovanna correram para fora do quarto. Em algum momento, ele deu dois tiros. A Ana não foi atingida, mas uma das balas acertou a Giovana. Nesse momento o cabelereiro da Ana estava chegando. Ele pegou a Giovanna e colocou ela dentro de um táxi e levou para o hospital. Se não fosse ele, ela estaria morta”, lembrou.

O empresário acredita que Rodrigo planejou o atentado com bastante antecedência. “Foi tudo premeditado para matar e, acho, se matar em seguida”, opinou.