Demi Lovato revela ideias suicidas desde os 7 anos


© Charles Sykes/Invision/AP


Em entrevista a Zane Lowe pra o canal Apple Music, Demi Lovato revelou que sua luta contra transtornos de saúde mental começou ainda na infância. A cantora contou que luta contra a depressão e ideias suicidas desde os 7 anos de idade, e detalhou seu lado sombrio nesses últimos tempos.





VOCÊ VIU? Angélica já tem data para voltar às telinhas da Globo

TV Cultura exibe documentário de Carlos Drummond de Andrade

Luísa Sonza e Vitão assumem namoro. Veja cliques do casal!

Globo define data de estreia de “Haja Coração” ainda em 2020

Atualmente com 28 anos, Demi relatou que passou anos “perseguindo a perfeição” antes de aprender que tinha que aceitar que a sua vida passaria por altos e baixos. As batalhas de saúde mental da cantora se tornaram públicas em 2010, quando ela estrelava a série do Disney Channel, “Sonny With A Chance”.

A estrela foi diagnosticada com transtorno bipolar enquanto recebia tratamento no Timberline Knolls, em Illinois, para um colapso nervoso, bulimia, automutilação e vício em cocaína e álcool.

Em 2018, ela foi hospitalizada após sofrer uma overdose por drogas. “Eu lidei com depressão e ideação suicida desde os sete anos de idade, e isso é algo sobre o qual tenho falado muito. Eu poderia facilmente ser alguém que não estaria nessa entrevista hoje. Então, sou grata por ter tido o apoio e a equipe ao meu redor para me ajudar a superar esse momento”, disse ela.



O principal objetivo de Demi é passar a mensagem de que todos podem superar a depressão. “Pode ser muito, muito obscuro, mas temos que lembrar que não podemos buscar soluções permanentes para problemas temporários, porque a vida vai e vem”, afirmou.



Nesta última quinta-feira (10), Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio, ela chegou a lançar um clipe da música “Ok Not To Be Ok”. “A prevenção do suicídio começa com a conversa que não estamos tendo com nossa saúde mental por causa do estigma. O primeiro passo para quebrar o silêncio é dissipar estigmas de medo, julgamento e vergonha sobre nossas experiências internas. Conseguimos isso proclamando que está ok não estar ok”, diz a descrição do vídeo.