Elsa brasileira revela ser alvo de preconceito: “Falam que têm nojo de mim”


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Andressa Damiani, mais conhecida como a Elsa brasileira, por causa de sua semelhança com a personagem da animação “Frozen”, revelou que tem sido alvo de preconceito de pessoas que acham estranho seu estilo de vida e a forma como se caracteriza.

A loira contou que até os professores da faculdade de veterinária que frequentava já a ofenderam. “Não diria que sofro, porque sofrer é opcional [risos], mas já passei por algumas situações desagradáveis. Alguns professores na faculdade duvidavam da minha capacidade por conta do meu visual”, confessou ao “Ego”.

E continuou: “Também recebo muitas críticas online e nas ruas, ouço palavras como ‘anoréxica’ e pensam que minha cabeça é vazia igual à da boneca Barbie, apesar de não ser verdade. Outro dia na internet compararam minha personalidade a uma lata de feijões. E vários falam que têm nojo de mim e que eu vou morrer aos 30”

Aos 23 anos de idade, a moça afirmou que começou a se aceitar mais em 2012, quando passou a se vestir como boneca. “Sempre fui magrinha e com traços de rosto diferentes. Na adolescência percebi que não adiantava tentar me encaixar nos padrões de mulher usuais, pois eu sempre seria pequena. Quando eu era criança, uma pessoa achou que eu tinha algum problema por causa do meu rosto”, explicou.

“Há três anos, criei um canal no YouTube onde postava diversas transformações e a que mais chamou a atenção das pessoas foi de doll [boneca, em inglês]. Foi também a que eu me senti mais bonita e confiante. Mas não busco perfeição, é um conceito variável. Apenas tento aproveitar as minhas próprias características e evidenciá-las”, disse.

Andressa aproveitou a ocasião para reiterar que não fez qualquer intervenção estética para mudar o corpo e o rosto: “Acham que sou mentirosa ou que faço manipulações nas fotos, mas não. Tenho apenas a otoplastia nas orelhas que fiz com 14 anos. Acham que meu rosto inteiro foi feito, mas é mentira”.



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