Ex diz que foi agredido por Cristiane Machado durante 5 horas


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Depois de ter vídeos de agressões contra Cristiane Machado veiculados em rede nacional, Sérgio Schiller Thompson-Flores, ex-marido da atriz, afirmou ter sido vítima de uma armação. Segundo o ex-diplomata, ele é quem apanhou da então companheira.





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“Essas imagens foram a maior manipulação da mídia e opinião pública tentando influenciar o Judiciário que já vi em toda a minha vida. São imagens editadas e adulteradas. Eu sabia o que eu tinha vivido. Fui eu sendo agredido durante 5 horas”, garantiu ao programa “A Tarde é Sua”, da RedeTV!.

E prosseguiu: “Ela usou minhas reações em alguns segundos, totalmente editadas, para caracterizar que eu era o agressor”.

Thompson-Flores ainda assegurou ter ficado com muitas marcas no corpo em decorrência da violência: “Ela conseguiu apresentar pequenos segundos que, somados, dão 2 minutos e meio. Ela me agrediu durante 5 horas incessantemente. Eu estava com as pernas arrebentadas, hematomas nas pernas, as costas arranhadas, braço arranhado, hematoma no olho… Levei mordida no braço, na virilha, o que ela fez foi a coisa mais ardilosa, obra de ficção científica”.



O ex-parceiro também admitiu: “Eu errei ao reagir, tinha que ter ido embora, perceber que aquilo não tinha sentido e desistir da relação. Ela pegou recortes e construiu, com minhas reações, que eu era o agressor”.



Preso por 7 meses, o ex-diplomata ressaltou não ter sido detido por violência doméstica – uma vez que garante ter comprovado em juízo que as imagens foram editadas -, mas por ter descumprido medidas protetivas.

“Logo depois da briga, a Cristiane pede medidas protetivas. Quando eu saio da casa, 40 minutos depois ela me liga e manda mensagem pedindo para eu voltar para casa e cuidar dela, pois estava doente. Eu volto, levo para o hospital, pois ela estava com infecção renal. A medida protetiva original foi confirmada por 30 dias. Ela dizia: ‘Espera, vai passar, a gente está convivendo junto’.”

Entretanto, a artista teria pedido a prorrogação do documento para, de acordo com ele, tentar incriminá-lo: “A gente conviveu como casal esperando o vencimento. Enquanto isso, a Cristiane entrou com pedido de prorrogação da medida protetiva alegando que tinha medo que eu voltasse para casa, pois temia pela vida, quando a gente morava junto. A gente estava tendo uma vida conjugal plena, continuamos juntos por dois meses. Ela forjou o descumprimento da medida protetiva”.

Por fim, Sérgio deixou claro que pretende provar sua inocência: “Não vou admitir que meu nome seja enlameado por uma história falsa. Estou lutando para que a verdade seja estabelecida”.