Fernanda Nobre congela óvulos: “Por medo, não por convicção”


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Com 36 anos de idade e casada com o diretor José Roberto Jardim, Fernanda Nobre revelou que sofre bastante pressão para ser mãe. A atriz comentou que ainda não tem certeza se, realmente, quer ter um filho e garantiu estar bastante feliz com o seu atual momento. Por conta disso, ela confidenciou que congelou óvulos, porém, sem nenhuma convicção.





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“Eu congelei os óvulos por medo de me arrepender em algum momento. Eu não sei até que ponto quero ter um filho ou apenas responder a uma expectativa da sociedade. Eu acho que, se quisesse, já teria tido. Mas eu realmente não quero mudar minha vida agora para essa vida de mãe. Não é melhor nem pior, só não é o que eu gostaria. Estou com 36 anos, o tempo passa para as mulheres no sentido biológico. Eu sinto muita pressão. Uma pressão um pouco cruel. Do tipo: “Não serei completa se não for mãe”. Meu lado racional sabe que isso é balela. Mas eu fui criada dentro dessa balela. Existe uma voz dentro de mim que me deixa com medinho de que isso seja verdade. Então, congelei por medo, não por convicção”, explicou a artista, em entrevista a Patrícia Kogut, no jornal “O Globo”.

Fernanda Nobre está no aguardo das gravações da novela “Um lugar ao Sol”, das 21h, que deve estrear no primeiro trimestre de 2021 na Rede Globo. Apaixonada por teatro, a atriz afirmou que ela e o marido estão trabalhando em um monólogo para quando os teatros reabrirem.

“Nós, da cultura, estamos pensando: “Meu Deus, o que vai ser de nós? Quando vamos voltar e de que maneira?”. Muita coisa vai mudar. Eu estou tentando criar possibilidades. Meu marido escreveu um monólogo para mim. Criamos juntos. A gente ficou pensando em como fazer uma peça que pudesse ser montada logo no primeiro momento de reabertura dos teatros. Fizemos um espetáculo em que apareço sozinha em cena. Não vai ter relação com outro ator, o que é triste, mas, por outro lado, bom profissionalmente. É um grande desafio. E, para não ter uso de máscara no palco, tivemos a ideia de eu estar dentro de um cubo. Vamos falar do isolamento durante o rito de passagem da menina para a mulher. Mostrar o quanto nos isolamos em nós mesmas por causa do patriarcado e como estamos aprisionadas a ideias fixas em virtude disso”, afirmou.