Hostilizada em protesto, Sabatella quer processar agressores


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Letícia Sabatella não pretende deixar barato a forma hostil como foi tratada por manifestantes favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff, durante um ato político realizado no último domingo (31), em Curitiba, no Paraná.





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“Foi feito o registro de ocorrência na Polícia Civil indicando os fatos, noticiando as agressões, e hoje estamos buscando a identificação dos agressores. A partir do momento em que eles forem identificados, a Letícia terá seis meses para entrar com uma notificação judicial”, disse Nasser Ahmad Allan, advogado da atriz, ao “Ego”.

A morena deve tomar uma decisão nos próximos dias. Caso opte pela ação, os agressores poderão ser indiciados por injúria e difamação, com risco de serem condenados a até um ano de prisão.

“Já temos algumas pessoas identificadas. Existe bastante material para nos auxiliar na identificação. O processo agora é de individualizar as ações para cada sujeito. Em princípio, são crimes contra a honra”, explicou o profissional.



O jurista ressaltou que a artista não tem pretensão de lucrar com o episódio. A intenção da veterana é conter a onda de ódio que tomou conta de parte da população quando o assunto é política.



“A preocupação principal dela é inibir que isso venha acontecer com ela novamente e outras pessoas. Ela só quer dar um basta nessa onda de ódio de pessoas que pensam diferente. Tanto que em momento algum ela perdeu a calma e a serenidade ao falar com as pessoas que a hostilizaram.”

Indignada, a famosa publicou um vídeo nas redes sociais falando sobre o ataque. Letícia chegou a solicitar proteção policial após ser xingada de piranha por um grupo contra a presidente da república afastada.

“Não fui provocar ninguém, passava pela praça antes de começar a manifestação e parei para conversar com uma senhora. Meu erro. Preocupa esta falta de democracia no nosso Brasil. Eles não sabem o que fazem”, lamentou.