John Boyega temeu por carreira após “Black Lives Matter”


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John Boyega concedeu uma entrevista à “Radio Times” e falou sobre o racismo que enfrenta desde a infância, especialmente quando é parado e revistado pela polícia, e admitiu ter ficado preocupado quando discursou durante as manifestações do “Black Lives Matter” que aconteceram após a morte do segurança George Floyd, nos Estados Unidos.





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O ator de “Star Wars”, de 28 anos de idade, explicou na entrevista que nasceu e cresceu em Londres, sempre foi revistado pela polícia e argumentou sobre leis polêmicas que permitem que haja intervenção oficial sem motivos aparentes para busca.

Ele também contou que “todo mundo, especialmente aqueles que cresceram em Peckham, conhecem alguém que passou pelos cenários mais sombrios com a polícia”. John ainda relembrou uma situação em que seu pai, que era um ministro pentecostal, foi impedido de voltar para a igreja ao ser parado por oficiais.

Manifestação



Em junho deste ano, após a morte de George Floyd, o ator se juntou às milhões de pessoas e saiu às ruas norte-americanas em protesto ao racismo e abordagem policial. Na época, seu discurso foi emocionante.



“Somos uma representação física do nosso apoio a George Floyd. Somos uma representação física do nosso apoio a Sandra Bland. A Trayon Martin. A Stephen Lawrence. Estou falando com vocês de coração. Eu não sei se terei uma carreira depois disso, mas f***-se. Preciso que vocês entendam como essa m**** é dolorosa. Preciso que vocês entendam como é doloroso ser lembrado todos os dias de que a sua raça não significa nada e que não é mais o caso, nunca foi assim”.