Mari Bridi relembra o pós-parto dos filhos: “Foi bem punk”


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    Com temas importantes e nem sempre tão glamorosos, Mari Bridi usou a sua rede social para compartilhar com os seguidores os desafios que enfrentou com os filhos, Aurora, de 6 anos, e Valentim, de 2 anos, frutos do casamento com o ator Rafael Cardoso.

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    “Gosto de falar da importância de olhar para a mãe. A gente tende a olhar para o bebê e não entender muito o que está se passando com a mãe”, começou

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    “A gente acha que teve um neném e está tudo bem, porque é o momento de maior felicidade do mundo. É também porque a coisa mais incrível do mundo ter o nosso filho, mas a gente também lida muito com a própria sombra. É um momento muito sombrio para a mãe. Como a gente fala pouco sobre isso, acolhemos muito pouco as mulheres no puerpério e durante esses primeiros meses de vida da criança”, ressaltou

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    Mari teve puerpérios bem complicados nas duas gestações. No do caçula, a atriz revelou que chegou a ter depressão pós-parto

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    “O puerpério e pós-parto das crianças foi bem punk. A Aurora nasceu com quatro quilos, era um bebê giga. Passava o dia inteiro mamando e eu tomei uma medicação que ajudaria a descer meu leite e acabei tendo uma reação adversa, que foi um horror. A gente não entendia o que estava acontecendo. Chegamos a pensar que eu estava com depressão pós-parto. Mas, na verdade, estava com reação adversa à medicação. Então, as duas semanas da Aurora foram super punk rock, mas assim que eu entendi que era o remédio, parei de tomar. Tudo foi clareando e melhorando”, relembrou

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    “Já com o Valentim, eu realmente tive depressão pós-parto e foi punk. Foi uma depressão consciente. A gente sabe que tem muito a ver com genética. Eu já tinha tido um quadro de depressão bem mais nova. Foi difícil, mas eu sabia que era uma questão fisiológica, que o meu corpo não estava querendo cooperar comigo, mas que ia passar. Tinha que esperar voltar a funcionar”, contou

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    Adepta da amamentação sob demanda, Mari contou como foi o desmame da primogênita, aos 3 anos, e do caçula, quase aos dois anos

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    “Sou defensora da felicidade materna. Cada uma tem a sua história e tem que fazer o que vai deixar ela feliz. Mamãe feliz é neném feliz. Com a Aurora não rolou desmame natural e tive que fazer o desmame conduzido, porque ela não estava com a menor cara de que ia largar o peito. Já estava supercansada e descobri que estava grávida do Tim quando comecei o desmame dela. Fui cortando as mamadas devagar, até cortar totalmente”, pontuou

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    “Com o Tim foi sensacional porque ele parou de mamar naturalmente. Logo no começo da quarentena ele resolveu, do nada, que não mamava mais. Levei até um susto, não estava preparada. Era exatamente o que eu queria, mas não tinha ideia que ia acontecer naquele momento e levei um susto. Como assim? Não estou preparada. Mas desmamou naturalmente”, revelou





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