Mateus Solano critica polêmica com Igreja por sexo gay


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No ar em “Liberdade, Liberdade”, minissérie da Globo, Mateus Solano foi um dos atores que fez coro à cena de sexo gay entre os personagens de Caio Blat e Ricardo Pereira. Assustado com a campanha feita pela Igreja contra o capítulo, o ator chegou a se manifestar em suas redes sociais e criticou o posicionamento dos religiosos.





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“Eu acho que uma igreja, uma religião, deve disseminar amor. E acho que o ser humano tem mais é que ir pra frente. Eu curto muito tradições, rituais, mas acho que a gente precisa andar para a frente. O afeto das pessoas deve ser respeitado”, classificou, em entrevista ao jornal “O Dia”.

Sobre a comentada nudez logo na estreia da trama, o ator negou qualquer vaidade e contou que não imaginava que a sequência causaria tamanha repercussão na internet. “Nenhum constrangimento, foi uma proposta do Vinícius [Coimbra, diretor] ali na gravação e eu topei na hora, porque achei que ia ficar bacana para a cena. Em nenhum momento eu parei pra pensar na repercussão da nudez, que foi grande. Mas não é o tipo de coisa que eu preste atenção.”

Com seu segundo vilão seguido, depois de Félix, em “Amor à Vida” (2013), o ator revelou gostar do desafio deste tipo de personagem.



“O ser humano me fascina, acho que o vilão tem uma coisa errada, socialmente falando, e isso traz uma complicação para o trabalho, para a humanidade dele, podemos dizer assim. Trabalho me fascina, desafio me fascina, seres humanos complicados me fascinam. E o vilão é geralmente complicado. Nesse sentido posso dizer que sim. Mas não por ser vilão, mas por ser um ser humano complicado que vai me oferecer um desafio como ator.”








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