Max Fercondini revela planos: “10 anos vivendo embarcado”


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Max Fercondini tem 34 anos de idade e deixou as novelas para se redescobrir em uma expedição no mar. O seu último trabalho em folhetins foi em 2013, quando interpretou o tenente Ciro em “A Flor do Caribe”. Há mais de dois anos, o ator vive em um veleiro, onde conhece diversos lugares do mundo e aprende um pouco mais de si mesmo.





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“Estou morando em meu veleiro desde janeiro de 2018. Essa é a terceira expedição que eu faço. Como a primeira foi pelo céu, onde eu pilotei um monomotor, e a segunda foi por terra, dirigindo um motorhome, decidi que esta nova aventura seria pelo mar. Velejo e moro sozinho no meu barco. Atualmente, eu estou atracado em uma marina em Lisboa. Por conta das medidas de controle do coronavírus, acabei por ter mais tempo a bordo para fazer diversos serviços de manutenção que precisava. Mas antes disso, eu costumava sair e encontrar meus amigos pela cidade. Velejar sozinho por si só é um isolamento social voluntário. Tenho muito tempo para dedicar a mim”, contou à “Quem”.

“Já estive na Espanha, Gibraltar, Portugal, Ilhas Canárias, Saint Lucia, Bonaire, Curaçao, Martinica, além do Brasil, onde eu aprendi a velejar. Quero continuar morando no veleiro. Antes de sair para o mar, tinha definido o prazo de um ano e meio para essa viagem pela Europa. Atualmente já completo mais de dois anos e meio vivendo a bordo e não pretendo largar esse estilo de vida tão cedo. Depois de velejar pelo Mediterrâneo pretendo voltar para Lisboa e preparar o barco para a volta ao mundo. Acredito que ficarei pelo menos uns 10 anos vivendo embarcado”, revelou o ator.

Como tem tudo são flores, Max contou que já passou por alguns perrengues no mar. “Já passei por situações difíceis, onde estava sozinho e precisei usar de todo o meu conhecimento para levar o veleiro com segurança para um próximo porto. Já perdi o cabo que recolhe a vela, meu motor parou de funcionar algumas vezes justo quando eu precisava entrar em uma marina e também já peguei condições de mares que, mesmo não sendo de ondas tão assustadoras, me desafiaram muito em alguns trechos da viagem”, ressaltou o ator.



As expedições que fez pilotando um monomotor e depois um motorhome foram na companhia da então namorada, Amanda Richter. Entretanto, com o término do relacionamento de nove anos e meio, o paulista revelou que não pretende ter uma nova companheira de viagem. “Não sinto falta não. Viajando eu tenho conhecido muitas pessoas e estou aberto a conhecer mulheres interessantes, nem que seja por algumas semanas, se isso acontecer. Mas meu foco não é encontrar uma namorada agora, mesmo que eu já tenha deixado alguns amores para trás pelos portos que passei”, explicou ele, e aproveitou para dizer as características que uma mulher tem que ter para o relacionamento vingar.



“Alegria de viver, disposição para viajar e sair da zona de conforto. Também valorizo sinceridade, lealdade e que sua beleza interior supere sua aparência física. Se essa parceira não enjoar em barcos também facilitará muito (risos).”

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