Rapaz vai à Justiça para provar que é filho de Junno Andrade


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Eduardo Tadeu Mattos de Oliveira, de 36 anos de idade, resolveu buscar a Justiça para provar que é filho de Junno Andrade. O rapaz entrou com uma ação de reconhecimento de paternidade em Mato Grosso, após tentar, sem sucesso, que o artista fizesse o teste de DNA extrajudicialmente.

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De acordo com a colunista Fábia Oliveira, na ação, o advogado de Eduardo Tadeu garante não haver dúvidas em relação à paternidade e solicita a inserção do nome de Junno na certidão de nascimento assim que o DNA for realizado.

Além disso, há também um pedido de indenização de R$ 100 mil pelo fato de o famoso ter se recusado a realizar o teste de paternidade por vontade própria. “A conduta ilícita de Junno vai além quando promove, dentre os membros consanguíneos, uma discriminação paternal, tendo os filhos próximos todo o reconhecimento e direitos vindos do exercício da paternidade, enquanto Eduardo foi afastado deste convívio”, diz um trecho do processo.

Há dois anos, quando o assunto chegou à imprensa pela primeira vez, Junno Andrade admitiu conhecer o rapaz e Isabel, sua mãe, e se mostrou disposto a realizar o exame. “Eu não cheguei a namorar a Isabel. A gente ficava. Depois eu o conheci. Ele passou uns três dias lá em casa com a gente, mas tinha um comportamento estranho e eu mandei ele logo de volta para a casa da mãe dele”, contou a Fábia Oliveira na ocasião.

E garantiu: “Ele não se parece comigo. De qualquer forma, estou disposto da fazer o exame de DNA e resolver a questão. Se ficar comprovado que ele é meu filho, é claro que vou assumir”.

Já Tadeu afirmou que tentou contato com o suposto pai e sua família, mas foi ignorado. “Desde o início, a minha mãe era contra a nossa aproximação porque não queria que pensassem que a gente queria dinheiro. Eu só queria o carinho do meu pai. Quando eu fiz 15 anos, eles sumiram. Deixaram de me procurar. Eu ainda fui atrás, mas eles trocaram de telefone e endereço. Em 2011, com o Facebook, eu fui no perfil da Cleo Brandão [ex-esposa de Junno] e achei minha avó e meus primos. Eles me bloquearam”, lamentou.

Agora, o processo corre na 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá. Junno foi citado através de carta precatória enviada a São Paulo.



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