Bruno Gagliasso pede boicote a youtuber considerado racista




Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank utilizaram as redes sociais na noite da última segunda-feira (2) para pedir boicote a Júlio Cocielo, youtuber acusado de ser racista. O casal fez um ‘chamado’ aos mais de 11 milhões de seguidores do rapaz, pedindo posicionamento.

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“[…] São todas as pessoas que ainda estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista. Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o segue e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam”, postou o ator.





E continuou: “Apoiar uma pessoa racista é ser conivente, sim. Preconceito não se combate sozinho. Vamos precisar de todo mundo. A mensagem precisa ser clara e direta”.

A atriz, por sua vez, decidiu compartilhar uma série de tuítes antigos do rapaz, com mensagens polêmicas do tipo: “Vô encoxa umas nega aqui no metrô só pra não perder a viagem, né? [sic]” e “A cada duas crianças que nascem nega, uma morre preta”.

“Odeio ter que postar coisas tão repugnantes e tristes como essa, mas é necessário! Ainda fico chocada como podem existir pensamentos como o desse tipo de pessoa. Isso não é brincadeira e nunca foi! Isso é racismo”, acusou.



Piada?



A polêmica envolvendo Júlio Cocielo começou quando ele decidiu comentar a respeito do jogador francês Kylian Mbappé, durante participação do craque na Copa do Mundo da Rússia, no último sábado (30). “Mbppé conseguiria fazer uns arrastão top na praia, hein?”, publicou sobre o atleta no Twitter.

Diversos internautas condenaram o jovem pela mensagem e o tuíte acabou deletado. Contudo, outros posts polêmicos foram resgatados na web. “Gritei: ‘Vai, Macaca’ pela janela e a vizinha negra bateu no portão de casa para me dar bronca”, postou ele em 2013.

“Bom, vamos lá. Hoje eu fiz um tuíte sobre o Mbappé e a piada se referia à velocidade dele, devido a um lance do jogo, nada além disso. O tuíte foi interpretado de mil formas diferentes e gerou uma grande discussão”, começou o rapaz em sua justificativa.

E continuou: “Decidi deletar pois nunca fui de entrar em polêmicas, mas já era tarde demais, tinha tomado uma proporção enorme. Pegaram alguns comentários antigos, de uns 8 anos atrás, que eu já tinha feito aqui no Twitter, tenho até vergonha!”.

#Repost @belareis ・・・ Você tem noção do que são 11 milhões e 200 mil pessoas? Eu ajudo. É a população inteira da Bélgica. É um milhão a mais do que a população de Portugal. São 143 Maracanãs lotados. São todas as pessoas que AINDA estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista. Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o seguem e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam. Apoiar uma pessoa racista é ser CONIVENTE, sim. Preconceito não se combate sozinho. VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO. A mensagem precisa ser clara e direta. Num mundo digital em que seguidor significa dinheiro e carreira, a gente precisa entender a importância do BOICOTE. Principal instrumento de revolução de Martin Luther King Jr, nos anos 60, nos Estados Unidos da segregação racial, durante o Movimento dos Direitos Civis. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ As marcas só chegam até essas pessoas porque elas têm audiência, visibilidade, constroem um público que interessa para as empresas atingir. A RESPONSABILIDADE é de todos. Precisamos, é claro, cobrar as marcas mas também precisamos chamar atenção dos outros famosos que seguem/dão like/fazem parceria com essas pessoas racistas, machistas, LGBTfóbicas e gordofóbicas. É obrigação de todos nós CONSTRANGER e vigiar nosso círculo social. Educação antirracista não é somente pra criança, racismo não tem idade. A hora de aprender e ensinar é AGORA. ⠀⠀⠀⠀⠀ Vão lá no perfil (que eu me recuso a marcar aqui), vejam quem dos seus amigos e influenciadores favoritos seguem a pessoa e puxem a orelha de todo mundo. Na internet, seguidor é visibilidade e dinheiro. Não basta só cobrarmos as marcas, até porque daqui a pouco aparecem outras empresas com memória curta. A forma de colocar no ostracismo e minar a popularidade é fazendo quem que essas pessoas percam seu público, a grande propulsora do trabalho delas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Não é um caso isolado. Não foi o primeiro, não será o último. A gente precisa atuar com quem realmente movimenta essa máquina: a audiência. RACISMO É UM PROBLEMA DE TODOS NÓS.

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Segunda do dia!!! Odeio ter que postar coisas tão repugnantes e tristes como essa…mas é necessário!!! Ainda fico chocada como podem existir pensamentos como desse tipo de pessoa…isso NÃO EH UMA BRINCADEIRA E NUNCA FOI!!! Isso é RACISMO! ? #Repost @sfelippo ・・・ Vamos lá… próximo do dia: Nessa era de youtubers eu já disse aqui o pânico que tenho da influência que nossas crianças e adolescentes sofrem. Esse @cocielo eu nunca segui, talvez por isso nunca chegou a mim os milhares de tweets racistas, machistas, misógenos que ele escreveu. Alimentando o ódio contra as minorias, alimenta preconceito, faz piadas com crianças negras e ainda é “influenciador digital”. Medo, muito medo do nosso caminho pensando nesses “influencers” que sequer conseguem enxergar a sociedade que vivem. O que eu desejo @cocielo é que você, assim como essa era de influenciadores digitais tão queridos, reflitam e exerçam esse dom num lugar de sabedoria e bem ao próximo. Pelo futuro de uma geração. Por uma sociedade mais igualitária, menos homofóbica, racista, machista, intolerante. Nos ajude, vc pode!! Eu tenho esperança. Mas é preciso falar!!! A luta é diária para que isso acabe! ✊? Não é piada!!!!!! Nem “antigamente” era piada!!! Nunca foi e nunca será piada!!

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  • Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso são pais de Titi ©
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