Acusado por ataques racistas a Ludmilla se defende: “Foi um grande mal entendido”


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Acusado dos ataques racistas a Ludmilla, Helder Santos prestou depoimento, nesta terça-feira (24), na Delegacia de Repressão a Crimes de Internet (DRCI) do Rio de Janeiro. O empresário assumiu ter feitos às ofensas, mas ressaltou que elas não foram direcionadas à funkeira.





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“Foi um grande mal entendido. Assumi o erro, mas não era pra ela, pois sou do bem. Estava sendo xingado pelos fãs. Só quero esfriar a minha cabeça desse mal entendido”, disse ao “Ego”.

Santos disse que atacou uma seguidora que tinha republicado uma fofoca sobre a cantora no Instagram e foi vítima de uma armação.

“Printaram e me ‘montaram nessa coisa’. Tive que assumir, mas não foi pra ela. Responderei e depois jogo contra a mídia”, afirmou.

O delegado responsável pelo caso, Alessandro Thiers, disse que o acusado apresentou várias contradições durante seu depoimento. Primeiro, o rapaz disse que seu celular havia sido roubado.

“Dissemos para ele que temos técnicos e que, se fosse mentira, íamos descobrir e seria pior. Hélder Santos disse que estava conversando com uma amiga e que roubaram o celular. Até a hora que confessou que publicou as mensagens”, contou.

O inquérito foi concluído e enviado à Justiça. Helder será indiciado por Injúria Racial com causa de aumento por ter sido propagado na internet. Se for condenado, pode pegar até quatro anos de prisão.