Após polêmica de racismo, Eduardo Costa detona críticos


© Instagram


Eduardo Costa utilizou o Instagram, no último sábado (10), para se defender das acusações de que seria racista. A polêmica foi iniciada após o sertanejo contar aos fãs os nomes pelos quais chama um de seus amigos e funcionários, José Claudio de Oliveira.

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“Eu sou da geração dos anos 90, quando todos colocávamos apelidos nas pessoas e ninguém estava preocupado se ia ser processado, se era racista. Até porque eu sempre dei liberdade para meus amigos me chamarem do que querem. Desde que eu dê liberdade, pode me chamar do que quiser”, disse.

E continuou: “Na minha equipe, trabalham comigo mais de 30 negros. Se fosse branco, amarelo, azul, quero que se fo** […] Quero saber se o cara dá conta do trabalho dele. Tudo agora é a po*** do racismo. Favela agora chama comunidade. Vai tomar no **. Povo parece otário”.

O cantor ainda seguiu com uma série de vídeos para garantir que o “povo” precisa de “oração” e que vai continuar chamando os amigos do que bem entender, inclusive dos apelidos considerados racistas e preconceituosos.

“Amo meus amigos e vou continuar chamando-os do que deixarem eu chamar. E eles podem me chamar do que eu autorizar. Podem me chamar de nanico, alpinista de cupim, pintor de rodapé… não dou essa liberdade para todo mundo, mas se eu der, fique à vontade.”

No início da semana passada, Eduardo Costa posou com o amigo em sua fazenda e revelou que o tratava como “negão, crioulo, Mussum, preto veio, tiziu”. “[…] nós nos amamos, somos amigos, parceiros e, para mim, ele é como um pai. Meu pai preto, muito preto [risos]”, publicou.



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