Diretor de documentário sobre Michael Jackson se defende da família


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Responsável por produzir o documentário “Leaving Neverland”, em que entrega supostos abusos cometidos por Michael Jackson contra duas crianças, o diretor Dan Reed se defendeu das críticas feitas pela família do famoso e garantiu que o que é mostrado na produção nada mais é do que o fruto de muita pesquisa e investigação.





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“É um documentário de quatro horas de um documentarista experiente com um longo histórico em investigação e contando histórias complexas. Então eu diria que é, além de qualquer coisa, um documentário”, garantiu ao “THR”.

O cineasta também declarou que não quer que o seu produto pareça apenas uma grande fofoca para a mídia. “Eu não caracterizei Michael em tudo no filme. Eu acho que, se você assistir, você notará que é uma história sobre essas duas famílias e Jackson é um elemento dessa história. Mas eu não procuro caracterizá-lo”, destacou.

E continuou: “Eu não comento sobre Michael. Não é um filme sobre ele. O filme em si é um relato de abuso sexual, como o abuso sexual acontece e quais são as consequências mais tarde na vida”.



Na última segunda-feira (28), os representantes e familiares do Rei do Pop definiram o documentário como um “linchamento público”. Mediante toda a polêmica, Reed comentou: “Eles têm um bem muito precioso para proteger. Toda vez que uma música dele toca, uma caixa registradora recebe dinheiro. Não me surpreende que eles saiam lutando em defesa de seus ativos”.



A produção fala sobre os supostos abusos sexuais cometidos pelo artista a Wade Robson e James Safechuck , que tinham 7 e 10 anos, respectivamente, na época. Atualmente, os rapazes possuem por volta de 30 anos. “Wade e James não foram pagos de forma alguma, direta ou indiretamente. Não havia nada. Nenhuma compensação de forma alguma. Acho que é uma coisa importante de explicar”, defendeu o diretor.

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    Michael Jackson é considerado um dos maiores cantores do mundo. Segundo a revista “Rolling Stone”, o astro faturou em vida cerca de US$ 7 bilhões, fazendo dele o artista mais rico de toda a história. Um ano após sua morte, ganhou cerca de US$ 1 bilhão

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