Paz e amor! Canadenses do Magic! animam Rock in Rio com seu reggae


© Márcio Cassol/ Famosidades


Em clima de “paz e amor”, os rapazes do Magic! entraram bastante empolgados para o terceiro show do Palco Sunset, neste domingo (20). O público, formado em sua maioria por mulheres mais jovens, compareceu em peso ao palco secundário.

A banda canadense, que hoje vive em Los Angeles, nos Estados Unidos, para cuidar da carreira, não fugiu muito de suas raízes e montou um repertório focado mesmo no reggae. Fundado em 2013, o grupo está no Brasil pela segunda vez. A primeira aconteceu no ano passado.

Com apenas um disco gravado até o momento, e intitulado “Don’t Kill the Magic”, a canção de mesmo nome foi a escolhida para abrir a apresentação. Animado, o vocalista Nasri Atweh, além de fazer uma dança peculiar – mas que levava as fãs ao delírio-, pedia para que o público cantasse com ele.

“Mama Didn’t Rise no Fool” e “Paradise” vieram em seguida. Muito carismático e tentando sempre interagir com a plateia, Nasri elogiou as fãs brasileiras, antes de começar a cantar a música “Girls”: “Nós amamos o Brasil e as mulheres são muito bonitas”.

“#SundayFunday” também ganhou performance. Essa foi a primeira vez que a canção foi executada no Brasil, fato muito comemorado. “Little Girl Big World”, outro trabalho que está no álbum de estreia da banda foi tocada em seguida. Antes de iniciar “This Is Love”, do legendário Bob Marley, Nasri soltou: “Brasil, quem gosta de boa música, levanta a mão”.

Com a apresentação entrando em sua reta final, “Let Your Hair Down” e “No Evil” foram as próximas, antes de mais um cover. “Message In A Bottle”, sucesso do The Police nos anos 80, foi muito bem recebido.

“No Way No” anunciava o que as fãs não queriam: o fim da apresentação dos novos queridinhos do reggae. Como não poderia deixar de ser, a última canção foi “Rude”, principal sucesso do grupo. O vídeo desta música, inclusive, já passou dos 650 milhoes de visualizações no canal da banda no Youtube.

Apesar de um show animado e bastante agradável, foi até certo ponto morno. Esperava-se, talvez, maior interação de toda a banda e não só de Nasri Atweh. Mas se faltou essa explosão vinda do palco, as fãs fizeram o serviço na plateia.



Close sidebar