“Gênesis” investe em efeitos especiais para cenas


  • © Edu Moraes/ Record TV

    A novela “Gênesis”, que estreou no dia 19 de janeiro na Record TV, foi além dos efeitos cinematográficos e apostou em diversas computações gráficas para os efeitos especiais da obra.

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    O diretor da novela, Edgard Miranda, explicou melhor os eventos. “Até o capítulo 11, a gente tem uma quantidade de efeitos especiais absurda: a gente tem a queda de Lúcifer, a gente tem o Éden (a primeira moradia deles), a Torre de Babel, a Arca de Noé, então, assim, todos esses cenários envolvem muitas computações gráficas”, relatou.

    Ainda, para se adaptar à realidade da pandemia da Covid-19, o diretor da ficção disse que precisou emular o Marrocos, onde gravaram parte das cenas, nos estúdios de gravações da Record TV no Rio de Janeiro. “Por conta do novo coronavírus, a gente não tem, hoje em dia, como contar com 5 mil figurantes, então, isso faz com que seja um processo de multiplicação de efeitos especiais muito grande. Estou tendo que emular o Marrocos aqui no Rio de Janeiro até termos a vacinação e podermos viajar de novo. O que mais vai chamar atenção são os primeiros 11 capítulos, mas os 150 capítulos contam, sim, com muito efeito”, finalizou.

    A influência do diretor é voltada para obras cinematográficas. Ele explicou a escolha e disse que a linguagem de telenovela tornaria a história de “Gênesis” estranha. “Temos eventos com uma grandiosidade e magnitude absurda, como a Arca de Noé, a sequência de dilúvio, a entrada dos animais na Arca, a Torre de Babel, então, assim, nosso referencial, realmente, é cinematográfico. Todo mundo, os diretores, consomem filmes e séries. Então, nosso referencial é esse. O espectador vai ver uma linguagem muito mais de série. A ideia era fazer melhor e, com certeza, o resultado que o público vai ver no ar é algo que nunca foi visto antes”, finalizou.

  • © Edu Moraes/ Record TV

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    Ainda, para se adaptar à realidade da pandemia da Covid-19, o diretor da ficção disse que precisou emular o Marrocos, onde gravaram parte das cenas, nos estúdios de gravações da Record TV no Rio de Janeiro. “Por conta do novo coronavírus, a gente não tem, hoje em dia, como contar com 5 mil figurantes, então, isso faz com que seja um processo de multiplicação de efeitos especiais muito grande. Estou tendo que emular o Marrocos aqui no Rio de Janeiro até termos a vacinação e podermos viajar de novo. O que mais vai chamar atenção são os primeiros 11 capítulos, mas os 150 capítulos contam, sim, com muito efeito”, finalizou.

    A influência do diretor é voltada para obras cinematográficas. Ele explicou a escolha e disse que a linguagem de telenovela tornaria a história de “Gênesis” estranha. “Temos eventos com uma grandiosidade e magnitude absurda, como a Arca de Noé, a sequência de dilúvio, a entrada dos animais na Arca, a Torre de Babel, então, assim, nosso referencial, realmente, é cinematográfico. Todo mundo, os diretores, consomem filmes e séries. Então, nosso referencial é esse. O espectador vai ver uma linguagem muito mais de série. A ideia era fazer melhor e, com certeza, o resultado que o público vai ver no ar é algo que nunca foi visto antes”, finalizou.

  • © Edu Moraes/ Record TV

    A novela “Gênesis”, que estreou no dia 19 de janeiro na Record TV, foi além dos efeitos cinematográficos e apostou em diversas computações gráficas para os efeitos especiais da obra.

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    Ainda, para se adaptar à realidade da pandemia da Covid-19, o diretor da ficção disse que precisou emular o Marrocos, onde gravaram parte das cenas, nos estúdios de gravações da Record TV no Rio de Janeiro. “Por conta do novo coronavírus, a gente não tem, hoje em dia, como contar com 5 mil figurantes, então, isso faz com que seja um processo de multiplicação de efeitos especiais muito grande. Estou tendo que emular o Marrocos aqui no Rio de Janeiro até termos a vacinação e podermos viajar de novo. O que mais vai chamar atenção são os primeiros 11 capítulos, mas os 150 capítulos contam, sim, com muito efeito”, finalizou.

    A influência do diretor é voltada para obras cinematográficas. Ele explicou a escolha e disse que a linguagem de telenovela tornaria a história de “Gênesis” estranha. “Temos eventos com uma grandiosidade e magnitude absurda, como a Arca de Noé, a sequência de dilúvio, a entrada dos animais na Arca, a Torre de Babel, então, assim, nosso referencial, realmente, é cinematográfico. Todo mundo, os diretores, consomem filmes e séries. Então, nosso referencial é esse. O espectador vai ver uma linguagem muito mais de série. A ideia era fazer melhor e, com certeza, o resultado que o público vai ver no ar é algo que nunca foi visto antes”, finalizou.

  • © Edu Moraes/ Record TV

    A novela “Gênesis”, que estreou no dia 19 de janeiro na Record TV, foi além dos efeitos cinematográficos e apostou em diversas computações gráficas para os efeitos especiais da obra.

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    O diretor da novela, Edgard Miranda, explicou melhor os eventos. “Até o capítulo 11, a gente tem uma quantidade de efeitos especiais absurda: a gente tem a queda de Lúcifer, a gente tem o Éden (a primeira moradia deles), a Torre de Babel, a Arca de Noé, então, assim, todos esses cenários envolvem muitas computações gráficas”, relatou.

    Ainda, para se adaptar à realidade da pandemia da Covid-19, o diretor da ficção disse que precisou emular o Marrocos, onde gravaram parte das cenas, nos estúdios de gravações da Record TV no Rio de Janeiro. “Por conta do novo coronavírus, a gente não tem, hoje em dia, como contar com 5 mil figurantes, então, isso faz com que seja um processo de multiplicação de efeitos especiais muito grande. Estou tendo que emular o Marrocos aqui no Rio de Janeiro até termos a vacinação e podermos viajar de novo. O que mais vai chamar atenção são os primeiros 11 capítulos, mas os 150 capítulos contam, sim, com muito efeito”, finalizou.

    A influência do diretor é voltada para obras cinematográficas. Ele explicou a escolha e disse que a linguagem de telenovela tornaria a história de “Gênesis” estranha. “Temos eventos com uma grandiosidade e magnitude absurda, como a Arca de Noé, a sequência de dilúvio, a entrada dos animais na Arca, a Torre de Babel, então, assim, nosso referencial, realmente, é cinematográfico. Todo mundo, os diretores, consomem filmes e séries. Então, nosso referencial é esse. O espectador vai ver uma linguagem muito mais de série. A ideia era fazer melhor e, com certeza, o resultado que o público vai ver no ar é algo que nunca foi visto antes”, finalizou.

  • © Edu Moraes/ Record TV

    A novela “Gênesis”, que estreou no dia 19 de janeiro na Record TV, foi além dos efeitos cinematográficos e apostou em diversas computações gráficas para os efeitos especiais da obra.

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    Ainda, para se adaptar à realidade da pandemia da Covid-19, o diretor da ficção disse que precisou emular o Marrocos, onde gravaram parte das cenas, nos estúdios de gravações da Record TV no Rio de Janeiro. “Por conta do novo coronavírus, a gente não tem, hoje em dia, como contar com 5 mil figurantes, então, isso faz com que seja um processo de multiplicação de efeitos especiais muito grande. Estou tendo que emular o Marrocos aqui no Rio de Janeiro até termos a vacinação e podermos viajar de novo. O que mais vai chamar atenção são os primeiros 11 capítulos, mas os 150 capítulos contam, sim, com muito efeito”, finalizou.

    A influência do diretor é voltada para obras cinematográficas. Ele explicou a escolha e disse que a linguagem de telenovela tornaria a história de “Gênesis” estranha. “Temos eventos com uma grandiosidade e magnitude absurda, como a Arca de Noé, a sequência de dilúvio, a entrada dos animais na Arca, a Torre de Babel, então, assim, nosso referencial, realmente, é cinematográfico. Todo mundo, os diretores, consomem filmes e séries. Então, nosso referencial é esse. O espectador vai ver uma linguagem muito mais de série. A ideia era fazer melhor e, com certeza, o resultado que o público vai ver no ar é algo que nunca foi visto antes”, finalizou.

  • © Edu Moraes/ Record TV

    A novela “Gênesis”, que estreou no dia 19 de janeiro na Record TV, foi além dos efeitos cinematográficos e apostou em diversas computações gráficas para os efeitos especiais da obra.

    VOCÊ VIU? Conheça os participantes do grupo Pipoca no “BBB 21”

    “Vou me controlar”, diz Rafa Kalimann sobre ex-marido no BBB

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    Solange Couto e Zezé Motta são vacinadas contra a Covid-19

    O diretor da novela, Edgard Miranda, explicou melhor os eventos. “Até o capítulo 11, a gente tem uma quantidade de efeitos especiais absurda: a gente tem a queda de Lúcifer, a gente tem o Éden (a primeira moradia deles), a Torre de Babel, a Arca de Noé, então, assim, todos esses cenários envolvem muitas computações gráficas”, relatou.

    Ainda, para se adaptar à realidade da pandemia da Covid-19, o diretor da ficção disse que precisou emular o Marrocos, onde gravaram parte das cenas, nos estúdios de gravações da Record TV no Rio de Janeiro. “Por conta do novo coronavírus, a gente não tem, hoje em dia, como contar com 5 mil figurantes, então, isso faz com que seja um processo de multiplicação de efeitos especiais muito grande. Estou tendo que emular o Marrocos aqui no Rio de Janeiro até termos a vacinação e podermos viajar de novo. O que mais vai chamar atenção são os primeiros 11 capítulos, mas os 150 capítulos contam, sim, com muito efeito”, finalizou.

    A influência do diretor é voltada para obras cinematográficas. Ele explicou a escolha e disse que a linguagem de telenovela tornaria a história de “Gênesis” estranha. “Temos eventos com uma grandiosidade e magnitude absurda, como a Arca de Noé, a sequência de dilúvio, a entrada dos animais na Arca, a Torre de Babel, então, assim, nosso referencial, realmente, é cinematográfico. Todo mundo, os diretores, consomem filmes e séries. Então, nosso referencial é esse. O espectador vai ver uma linguagem muito mais de série. A ideia era fazer melhor e, com certeza, o resultado que o público vai ver no ar é algo que nunca foi visto antes”, finalizou.