Após polêmica, entidade acusa Globo de apologia às drogas


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Duas semanas depois da exibição da matéria em que Gloria Maria experimenta maconha na Jamaica, pelo “Globo Repórter”, o assunto continua polemizando nos corredores da Globo. Isso porque agora a emissora está sendo acusada de apologia ao uso de drogas.

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Segundo a coluna de Keila Jimenez, os representantes da Federação do Amor Exigente (FEAE), que representa cerca de 100 mil familiares de dependentes de drogas no país, contaram ter recebido uma série de reclamações de seus afiliados e resolveram se posicionar sobre o assunto.

“Repórter deslumbrada e emissora conivente, sem questionar o grave fato de que maconha hoje no Brasil já é droga de crianças e causa de esquizofrenia. Exibiu essa apologia à maconha de norte a sul do Brasil sem nenhum comentário sobre os riscos. Portanto, passa a ser responsável pelo aumento do consumo dessa droga já usada na infância, que tira crianças da escola, de projetos, levando às cracolândias”, diz trecho de uma carta enviada pela entidade à emissora.

Além da intenção de levar o caso até as autoridades competentes, a FEAE orientou que seus afiliados deixem de assistir ao “Globo Repórter”. “É este o trabalho social da maior rede de tevê do País? Brincar com temas tão preocupantes, aumentando a epidemia causada pelo uso de drogas, que atinge todas as classes sociais no Brasil?”, protestou Miguel Tortorelli, vice-presidente da Federação.



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