Chapecoense: “JN” é criticado por reportagem com famílias


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A edição do “Jornal Nacional”, da TV Globo, do último sábado (3), recebeu diversas críticas a respeito da cobertura da tragédia com o avião da Chapecoense.





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Isso porque a repórter Kíria Meuer, da RBS TV, afiliada da Globo em Santa Catarina, viajou no mesmo ônibus das famílias das vítimas do acidente, que estavam a caminho do aeroporto – onde receberiam os corpos – e depois em direção ao velório, na Arena Condá, em Chapecó.

Na ocasião, a jornalista explicou que faria a filmagem dentro do veículo com o seu próprio celular, já que não poderia usar a câmera da TV para registrar as imagens.

“Eu consegui um lugarzinho aqui no ônibus, vou acompanhar esses familiares. A partir daqui, a nossa câmera, com o nosso cinegrafista, não pode gravar. Então vou gravando com o meu celular”, disse.



Depois disso, a jornalista entrevistou e filmou algumas pessoas chorando durante todo o trajeto, e também em uma área reservada no local do velório.



Em um determinado momento, Kíria se aproximou da esposa do fisioterapeuta, Rafael Lobato, que morreu no acidente, e disse: “Finalmente, então, acabou a espera”.

A entrevistada, por sua vez, rebateu rapidamente: “Não, o pior vem agora”.

Não demorou muito para que os internautas bombardeassem as redes sociais com críticas a respeito da abordagem de Kíria.

“Gravar as famílias indo para o enterro de seus familiares é algo que não precisava, esse momento de dor merecia respeito”, afirmou um seguidor. “Achei desrespeitoso o ‘Jornal Nacional’ mostrando a dor dos familiares no momento tão íntimo. Como no ônibus e naquela área reservada [dentro do estádio]”, disse outro tuiteiro.

Enquanto isso, teve gente que defendeu o telejornal.

“Não vi problema nenhum, a repórter estava apenas cumprindo o seu papel”, afirmou um internauta. “Se os familiares estivessem se sentindo incomodados, com certeza não teria aceitado que ela os gravassem”, argumentou um quarto usuário do Twitter.

Tragédia

O acidente com o avião da Chapecoense deixou 71 mortos e seis sobreviventes, entre eles os jogadores Alan Ruschel, Follmann e Neto e o jornalista Rafael Henzel.

Além da equipe e da delegação do time de Chapecó, morreram ainda parte da tripulação e outros 20 profissionais de imprensa.