Djamila Ribeiro é a convidada do “Saia Justa” desta quarta


© Marcos Bakker/Divulgação


O “Saia Justa” desta quarta-feira (25) traz Astrid Fontenelle, Mônica Martelli, Pitty e Gaby Amarantos para debater racismo estrutural e ativismo hereditário. Para enriquecer os debates, as “Saias” recebem a filósofa e escritora Djamila Ribeiro no sofá virtual. Atração vai ao ar às 22h30, no GNT.





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Abrindo o bate papo com a convidada, elas repercutem o assassinato brutal de um homem negro, João Alberto Silveira Freitas, pelas mãos de um PM e um segurança, nas vésperas do Dia da Consciência Negra. Na esteira do ocorrido, setores da sociedade e do governo se apressaram em afirmar que no Brasil não existe racismo, que o fato era um caso isolado — alguns até chegaram a questionar a idoneidade da vítima. A partir desta situação, elas discutem os motivos de parte da sociedade insistir em negar o racismo, não o admitindo como um problema e partindo para medidas efetivas.

Em seguida, as apresentadoras debatem como palavras e expressões tão incorporadas ao vocabulário do português brasileiro reforçam o racismo estrutural. Mas há quem se apegue aos livros e gramáticas dizendo que a língua não pode mudar de uma hora para outra. Com Djamila, elas refletem se mudar o vocabulário pode ser uma forma de despertar mais empatia ou aumentar as discordâncias.

Para encerrar o programa, as “Saias” falam sobre a campanha Natal Sem Fome. Daniel de Souza, que viu desde cedo seu pai, o sociólogo Herbert de Souza, Betinho, engajar-se em causas sociais, fundando a Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, leva consigo esse legado. A campanha, iniciada em 1994, já impactou a vida de mais de 20 milhões de pessoas no Brasil, e, hoje, Daniel leva adiante o sonho de seu pai. No papo, elas debatem como o ativismo muitas vezes vem de uma consciência herdada e se questionam se crescer em uma família de militantes solidifica a responsabilidade de dar continuidade ao trabalho social.








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