“Saia Justa” recebe Lázaro Ramos nesta quarta (11)


© Instagram


No “Saia Justa”, Astrid Fontenelle e suas companheiras Mônica Martelli, Pitty e Gaby Amarantos recebem o ator Lázaro Ramos no sofá virtual para um bate papo sobre questões raciais, masculinidade desconstruída e as frustrações da vida. Com transmissão ao vivo, a atração vai ao ar no GNT nesta quarta-feira (11), às 22h30.





VOCÊ VIU? Xuxa diz que envia “figurinhas safadas” para Angélica e Eliana

Bruno Cabrerizo estará na próxima novela das 19h da Globo

John Boyega temeu por carreira após “Black Lives Matter”

Virginia Fonseca conta detalhes do casamento com Zé Felipe

Lázaro Ramos, o convidado do dia, tem motivos de sobra para comemorar: “Medida Provisória”, filme que marca sua estreia como diretor, acaba de ser premiado como melhor roteiro no Indie Memphis Film Festival, nos Estados Unidos. Com pitadas de thriller, humor e drama, o longa descreve um Brasil do futuro em que uma medida de reparação social afeta diretamente a vida de uma família que se vê separada. Ainda como diretor, ele se prepara para o especial “Falas Negras”, que estreia dia 20 de novembro, na Globo. O programa faz uma reflexão do futuro através de depoimentos reencenados de personalidades negras históricas, como Angela Davis, Martin Luther King e Marielle Franco. Em ambas as produções, Lázaro discute questões raciais, resistência e otimismo. Com as apresentadoras, o ator e diretor debate o que essas vozes tão diversas têm a ensinar hoje e como enfrentar essa luta diária contra o racismo sem perder as esperanças.

Em seguida, elas falam sobre a geração masculina, que assim como Lázaro, que acaba de completar 42 anos, não foi criada para se inserir nesta nova realidade em que o mundo vive. É comum ver que homens dessa faixa etária não foram educados para expressar emoções, dividir as tarefas de casa, mudar de profissão várias vezes ao longo da vida, criar filhos sozinhos e compartilhar o teto com uma mulher que ganha mais dinheiro ou que é sexualmente livre. Enquanto uns ainda insistem na tradição de viver com os pais e avós, outros passam pela tão falada “desconstrução” para acompanhar os novos tempos.

E, para encerrar o programa, eles discutem as pequenas frustrações que as pessoas acumulam ao longo da vida e como lidar com elas para seguir em frente. Elas refletem de que forma certas desilusões podem também ajudar a redimensionar nossos limites e potencialidades de cada um, e ainda compartilham sonhos e desejos interrompidos, seja por falta de tempo, organização ou sorte.