“Êta Mundo Bom”: Filomena surge de camisola e encanta Candinho


© TV Globo


O tempo voa e já estamos no final dos anos 40 na Fazenda Dom Pedro II, interior de São Paulo. O casarão deteriorado e as terras da propriedade descuidadas revelam que a família, que antes vivia na fartura, está decadente e cheia de dívidas.

Manuela (Dhu Moraes), a mucama da casa, acorda Candinho (Sergio Guizé) no casebre onde ele dorme. O bebê de Anastácia (Nathalia Dill), encontrado em um cestinho no leito do rio, agora é um homem feito e pra lá de caipira. Criado como um empregado, ele não recebeu instrução e trabalha como um faz-tudo na fazenda.

Manuela apressa Candinho para tirar o leite da vaca, pois precisam preparar o café dos patrões. Os empregados da casa trabalham sol a sol sem ver a cor do dinheiro, mas Candinho nunca deixa de enxergar o lado bom da vida!

Ele faz graça com a própria sorte: “Eita vidão, trabaiá sem recebê tostão!” Onipresente, Cunegundes (Elizabeth Savala), a dona da casa, escuta a zombaria do órfão e dá logo um chega pra lá nele: “Dexa de conversa fiada, vá cumpri suas tarefa, hoje temovisita pro armoço. E agradece que ocê leva vida boa!”.

Candinho ganha o dia quando vê sua amada Filomena (Débora Nascimento) de camisola e recebe um simples “bom dia”. Sozinho, o apaixonado só pensa em Filó. O capiau conversa com os animais da fazenda e tem neles verdadeiros amigos: “Mimosa, por que eu só penso na Filó? Até nas hora de te ordenhá?”



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